Já passou o Natal e a mesa, o bacalhau, as prendas, as sobremesas e o mais importante a união que o dia quente de Natal, já acabou!
O ardente Natal que nos acompanha e em todo o mundo é celebrado fervorosamente, tornou-se inutilmente desprezado e centralizado completamente nas prendas, prendas para o tio do pai, do avo, primo do primo, irmão do avo, filho da madrinha e do padrinho da filha do casal e por fim, o Natal acaba com bastantes prendas e o espírito desperdiçado!
Eu falo por mim própria, que gasto as minhas poupanças para dar presentes a todos os que cada dia, fazem dos meus dias especais!
A minha família, mesmo continuando a ligar muito as tradições e à religião em que eu própria acredito e ajudo sem ver fim, continuamos a ligar muito aos presentes para dar aos familiares, é claro que é importante mostrar-mos que gostamos da pessoa, mas podia-mos mostra-lo de outra maneira, porque sinceramente, a sociedade ainda dá muita importância aos bens materiais e esquecem-se demasiadas vezes do que na verdade estão a festejar!
Partindo por outros lados, vamos tentar infiltrar de novo o nascimento de Jesus e não o Pai Natal, que se tornou o centro do Natal!
Por favor que a felicidade do Natal se veja através das pessoas junto de nós e com a lareira acesa a proteger do frio e comemorar-mos o nascimento de um grande homem. Para um próximo Natal com mais espírito!
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Hoje estive na explicação e vi um rapaz que já não via à tanto tempo e fiquei perplexa ao vê-lo, estava tão grande. Ainda me lembro dele, no quinto ano, era tão pequeno e foi aí que pensei que este tempo todo longe daquela escola, deixei tantas pessoas para trás, com que eu falava, com quem eu era feliz. Sinto que estou a crescer e deixar pessoas para trás muito rápido, demasiado rápido demais até! Ainda me lembro do miúdo a correr atrás de mim e do Marcos e a chatear-nos, mas não, eu gosto do miúdo e ate dele tenho saudades!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Não vai dar certo, tudo pode ser mau se nós os dois não lutarmos, não vai dar certo se eu e o meu grande amor não aguentarmos o que vem ai, mas tenho a certeza que por lutar não será, podemos nos arrepender de tudo, mas de nós, não porque, beijar aqueles lábios e ver aquela cara será sempre bom, muito bom e não vou esquecer! Se não der, também não vou chorar, porque quem gosta luta e sabendo que é um amor que faz bem não quero saber, vou lutar, porque não estou apaixonada, eu já não estou apaixonada faz tempo, eu, na verdade, gosto a sério, apaixonada estive eu, para tentar esquecer, de quem eu gosto, por isso, não vou desistir!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Ela é tão perfeita!
Tem uma história estrondosa,!
Com a fama a palpitar, as pessoas que ela move, pela voz fantástica e o amor que tem à música e garra, mesmo com as doenças que a atropelam, ela tornou-se num modelo! E tu? Tu que tentas por abaixo os que consideras inferiores, olha para este exemplo máximo e percebe que os que descriminas podem ser mais importantes que possas pensar e que podem mesmo ser melhores, porque não só podem conseguir subir, como também devem ter uma coisa que tu não tens, humildade e coragem, visto que não se gabam e também, ultrapassam tudo, por te aturar!!!
Vê lá, se magoar faz de ti, o maior, o superior porque, ser superior é mesmo ser sem mostrar, é conseguir sem maldade é ser com, luta e humildade! Fantástico era ver mesmo isso acontecer, porque o mundo ajoelhasse as estas pessoas e não a ti, que pensas que tens o altar, não, não tens e não penses que o vais ter se fores assim, se continuares a reagir com toda a gente como reages com o teu coração cinzento!!!
Para ela, que consegui, desejo-lhe as melhores felicidades, tornou-se no meu ídolo e eu sigo tudo o que ela faz, estou mesmo muito feliz por ser um exemplo a todos os que tentaram fazer o que não deviam, com os mais frágeis sejam mais e não menos, por favor!
Tem uma história estrondosa,!
Com a fama a palpitar, as pessoas que ela move, pela voz fantástica e o amor que tem à música e garra, mesmo com as doenças que a atropelam, ela tornou-se num modelo! E tu? Tu que tentas por abaixo os que consideras inferiores, olha para este exemplo máximo e percebe que os que descriminas podem ser mais importantes que possas pensar e que podem mesmo ser melhores, porque não só podem conseguir subir, como também devem ter uma coisa que tu não tens, humildade e coragem, visto que não se gabam e também, ultrapassam tudo, por te aturar!!!
Vê lá, se magoar faz de ti, o maior, o superior porque, ser superior é mesmo ser sem mostrar, é conseguir sem maldade é ser com, luta e humildade! Fantástico era ver mesmo isso acontecer, porque o mundo ajoelhasse as estas pessoas e não a ti, que pensas que tens o altar, não, não tens e não penses que o vais ter se fores assim, se continuares a reagir com toda a gente como reages com o teu coração cinzento!!!
Para ela, que consegui, desejo-lhe as melhores felicidades, tornou-se no meu ídolo e eu sigo tudo o que ela faz, estou mesmo muito feliz por ser um exemplo a todos os que tentaram fazer o que não deviam, com os mais frágeis sejam mais e não menos, por favor!
sábado, 15 de dezembro de 2012
(des)ensinar
O ensino é visto como o futuro de um país, mas cada vez mais se vê que, os alunos são vistos como pessoas, em vez de, serem vistos como alunos, que se esforçam e que tiram notas pelo seu suor e não como dizem que a roupa ou as botas dos professores são bonitas. Simplesmente são vistos como números, resultados e impostos. Corroemos os livros, enferrujamos a juventude em troca de um futuro, neste país sem qualquer esperança, e vem pessoas que têm o futuro programado no dia-a-dia retirar, todos os metais postos no nosso trabalho! Uma aluna como eu que vem de uma escola privada, não habituada a ver os professores a considerar-te um bom, ou mau aluno, consoante a pessoa que és, é de admirar, isso acontecer, nas escolas, onde o prestigio devia de ser o centro e não o botão para ganhar dinheiro, o que não acontece!
Um aluno é bom, mas neste país raramente é valorizado, porque aqueles que desonestamente lá chegam, são considerados os imaculados e os surpreendentemente mais favorecidos. Inacreditável, mas com os poucos maus resultados que tive, vou lutar e enfrentar estes docentes, sem qualquer boa figura representada e ser honestamente uma boa aluna, como no ano passado que sempre fui!
Libertem essas mentalidades, docentes portugueses, porque para atingirem a supremacia e o diploma passaram por exemplos semelhantes e não vos agradou e podiam pelo menos deixar de ser assim, com o que vocês enumeram e descarregam a raiva destes momentos tristes e sombrios e ensinem melhor e mais para pelo menos, haver um futuro exemplar e pessoas exemplares, o que não aconteceu até agora, porque o doce, virá agora, na nova e imaculada geração dos jogos e computadores. Transformem o país com estes a quem dizem que não são nada e que não sabem nada, senhores, permitam-me que me repele, mas isso é errado, nós por mais que digam que não, nós estamos prontos e mais que vacinados contra isso, ou não vos passa pela imaginação que exista as tecnologias para tal, a aplicação das tecnologias às tão antigas políticas, facilita em tanto a nossa vida, ou não seremos nós a sociedade das estratégicas e afins, nós somos um futuro bem preparado, vasta, manipular a preguiça, que sim, neste país, está vem vinculada em nós, e aparece 100% eficácia e 100% mudança e em conclusão, um país 100% mais pronto para o que não aconteceu até agora!
Um aluno é bom, mas neste país raramente é valorizado, porque aqueles que desonestamente lá chegam, são considerados os imaculados e os surpreendentemente mais favorecidos. Inacreditável, mas com os poucos maus resultados que tive, vou lutar e enfrentar estes docentes, sem qualquer boa figura representada e ser honestamente uma boa aluna, como no ano passado que sempre fui!
Libertem essas mentalidades, docentes portugueses, porque para atingirem a supremacia e o diploma passaram por exemplos semelhantes e não vos agradou e podiam pelo menos deixar de ser assim, com o que vocês enumeram e descarregam a raiva destes momentos tristes e sombrios e ensinem melhor e mais para pelo menos, haver um futuro exemplar e pessoas exemplares, o que não aconteceu até agora, porque o doce, virá agora, na nova e imaculada geração dos jogos e computadores. Transformem o país com estes a quem dizem que não são nada e que não sabem nada, senhores, permitam-me que me repele, mas isso é errado, nós por mais que digam que não, nós estamos prontos e mais que vacinados contra isso, ou não vos passa pela imaginação que exista as tecnologias para tal, a aplicação das tecnologias às tão antigas políticas, facilita em tanto a nossa vida, ou não seremos nós a sociedade das estratégicas e afins, nós somos um futuro bem preparado, vasta, manipular a preguiça, que sim, neste país, está vem vinculada em nós, e aparece 100% eficácia e 100% mudança e em conclusão, um país 100% mais pronto para o que não aconteceu até agora!
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Compras, Adoro!
Tinha tantas saudades de umas compras, é tão bom, gastar dinheiro na companhia das amigas, mas ao mesmo tempo ponho-me a pensar, porque é que na verdade, nós mulheres gastamos dinheiro e nos sentimos bem, na verdade é irónico, eu ter ido gastar dinheiro e ficar feliz, mas feliz porque? Na verdade, não sei responder, mas fiquei muito feliz, estúpido, não é?
Na verdade a mulher (e eu incluída) somos muito super-fulas e mesmo sem qualquer razão, porque digo eu, sem saber, se calhar as mulheres são-no, porque fazem com que ela seja assim, desde o inicio da civilização a mulher dá prazerosamente muita atenção ao que veste, como se veste, o que a faz sentir bem, será pela imagem sensual que criaram dela, ou por mera insanidade de séculos e séculos, que se reflectem nos nossos dias cada vez mais, excepto que os homens estão a criar a mesma ideia, mas eles, sei eu bem a resposta, consumismo, tem alguma ideia do que é?
Acredito que sim, este país, o petróleo, e o poder, trouxeram esta sociedade com grande evolução (caso das tecnologias) e um gigante atraso através de uma sociedade (homens e mulheres) que liga às aparências e da-se e move-se consoante a sociedade que quer pertencer. Inacreditável, mas uma realidade cada vez mais imposta e sem fuga!
Para isso, deveria começar por mim e não criticando, mas continuo sendo cada vez mais apaixonada e feliz com as compras, sim, como dizem que o natal faz milagres eu vou tentar! :)
Na verdade a mulher (e eu incluída) somos muito super-fulas e mesmo sem qualquer razão, porque digo eu, sem saber, se calhar as mulheres são-no, porque fazem com que ela seja assim, desde o inicio da civilização a mulher dá prazerosamente muita atenção ao que veste, como se veste, o que a faz sentir bem, será pela imagem sensual que criaram dela, ou por mera insanidade de séculos e séculos, que se reflectem nos nossos dias cada vez mais, excepto que os homens estão a criar a mesma ideia, mas eles, sei eu bem a resposta, consumismo, tem alguma ideia do que é?
Acredito que sim, este país, o petróleo, e o poder, trouxeram esta sociedade com grande evolução (caso das tecnologias) e um gigante atraso através de uma sociedade (homens e mulheres) que liga às aparências e da-se e move-se consoante a sociedade que quer pertencer. Inacreditável, mas uma realidade cada vez mais imposta e sem fuga!
Para isso, deveria começar por mim e não criticando, mas continuo sendo cada vez mais apaixonada e feliz com as compras, sim, como dizem que o natal faz milagres eu vou tentar! :)
domingo, 9 de dezembro de 2012
No carro, eu pensei como seria a vida de alguém do outro lado do mundo, sem sequer imaginar que eu exista, que vivo numa terra como vivo, sem sequer pensar que falo com as pessoas que falo, não sei! Já pensei falar com alguém de outra língua, para explicar, sei lá, falar para perceber como se vive noutro país. Como se vive num país onde se vive uma crise económica sem fim e a pensar que se vive como se pudéssemos todos comprar roupas de marca, sem dar a mínima importância para o que pode acontecer!
Na verdade gostava mesmo, para tentar sonhar que este mundo pode melhorar, em qualquer esperança!
Voltei!
Ola muito boa noite, sei que não tenho vindo falar da minha vida enquanto adolescente, porque esta mudança deixou-me louca, nunca mais nada correu bem, nunca mais consegui escrever da mesma maneira, passei por varias situações desde ameaças até mesmo traições, como as pessoas podem ser cruéis!
Na verdade eu já nem queria escrever, para não chorar, porque infelizmente nada corria bem, quando tentava avançar para ser feliz, uma armadilha prendia-me a respiração e eu ficava preza nela, até novamente ter coragem de me deixar de sufocar!
Mas agora, finalmente tive coragem de seguir em frente e avançar, por isso resolvi voltar a escrever! Vou publicar, desde criticas, a passagens de cada dia, ou até mesmo, fotos!
Espero que gostem!
Na verdade eu já nem queria escrever, para não chorar, porque infelizmente nada corria bem, quando tentava avançar para ser feliz, uma armadilha prendia-me a respiração e eu ficava preza nela, até novamente ter coragem de me deixar de sufocar!
Mas agora, finalmente tive coragem de seguir em frente e avançar, por isso resolvi voltar a escrever! Vou publicar, desde criticas, a passagens de cada dia, ou até mesmo, fotos!
Espero que gostem!
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Chega de Romances!
Quem diria que lutar por coisas erradas voltasse no fim a ser eu que tenho que fugir delas, porque na verdade, depois de já não querer mais ver o sofrimento, fujo, afasto-me e depois no fim voltam eles a correr e acelerar ate a mim.. espantoso a vida como dá tantas voltas, pessoas que me deram grandes desilusões, hoje lutam por não me desiludir mais!!!
Não sou rancoroza, nem sou daquele tipo de pessoas que não perdoa, porque perdoou, mas não vou dar oportunidade a pessoas que tanto mal me fizeram... não vou!!
Vou simplesmente fugir aos romances que tanto mal me fizeram e vou deixar-me do amor e viver esta fase de solteira que tanto bem me faz!!!
sábado, 4 de agosto de 2012
F5/ Delete
Simplesmente as pessoas fazem as coisas, cometem erros, não digo que não os tenha cometido, mas pelo menos tenho a incandescência de não voltar a falar com a pessoa para não a magoar, não vou insistir no sofrimento, contrariamente ao que muitos fazem, sentem a necessidade de carregar num novo sofrimento, para apagar o que já deixaram cravado, ou só para queimar mais a dor, porque deve ser mesmo divertido magoar e mentir vezes e vezes sem conta, sem um pedido de desculpa!
Eu sou diferente, deixo que me magoem, porque tenho um botão magico na minha máquina, activo-o, anti-dor, pelo menos durante aquele espaço de tempo que tenho que enfrentar com aquelas pessoas tão magicamente falantes no discurso tão usado que simplesmente magoa mais, mas a mim não, porque o escudo, naquele espaço de tempo proíbe-me de sofrer, querer fugir e querer quebrar tudo o que está à minha frente, não é que não tenha vontade, mas ele proíbe-me!
Tento deixar de me perguntar o porquê de ser a mim, visto que não vai alcançar nada, não vou ter resposta e não vou, por isso de que me vale questionar uma pergunta que se sabe não ter resposta, então somente enfrento o pior e quando acabar acabou, porque tudo tem um fim, porque tudo acaba e tudo precisa de acabar!
F5, esta tudo bem, tento fazer delete e tudo acaba!!!!
Eu sou diferente, deixo que me magoem, porque tenho um botão magico na minha máquina, activo-o, anti-dor, pelo menos durante aquele espaço de tempo que tenho que enfrentar com aquelas pessoas tão magicamente falantes no discurso tão usado que simplesmente magoa mais, mas a mim não, porque o escudo, naquele espaço de tempo proíbe-me de sofrer, querer fugir e querer quebrar tudo o que está à minha frente, não é que não tenha vontade, mas ele proíbe-me!
Tento deixar de me perguntar o porquê de ser a mim, visto que não vai alcançar nada, não vou ter resposta e não vou, por isso de que me vale questionar uma pergunta que se sabe não ter resposta, então somente enfrento o pior e quando acabar acabou, porque tudo tem um fim, porque tudo acaba e tudo precisa de acabar!
F5, esta tudo bem, tento fazer delete e tudo acaba!!!!
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Para que o nunca nos separe!
Não vou proibir o que
esta a acontecer porque será sempre tarde demais e será sempre preciso implorar
para não doer!
Não me vou acusar de ter
cometido um erro, porque não cometi, simplesmente não tinha capacidade psicológica
e sentimental para voltar a consegui-lo, por isso ainda bem que não o fiz, por
mim! Só sei que tinha que doer e mesmo o erro que cometi, só estava a
proteger-me de me ter que magoar e apunhalar-me a mim mesma por o que estava a
sofrer, foi a forma mais perigosa de não sofrer e só me arrependo, por ter caído
nas mãos erradas para não sofrer, nem me magoar!
É casado sentimentalmente
e já é tarde demais e ele não tem culpa nenhuma, porque o nosso destino é que
tem culpa e se está feliz, mesmo cochichando que tem sentido a minha falta, do
que se passou, estou feliz por ele, mas não me peçam para avançar, nem me peçam
para estar feliz por ele se ter apaixonado de novo, porque sinceramente ainda
sonhava que fosse eterno e que mesmo estes anos separados, fosse tudo para o
futuro nos juntar, tal como os contos de fadas que simplesmente mostram o que
não dói, mas esquece-se o lado que dói e que não vai resultar, porque é certo
que não vai acontecer!
Para que o nunca nos
separe!
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A liberdade da paixão!
Engracei com o rumo que a minha vida levou, emergi num tal apreço à liberdade, que acabei por usufruir de uma paixão, que tanto precisava e que só sendo assim, livre, é que me leva a aproveitar tudo de bom a que ela nos proporciona, parece que é simplesmente um prazer, mas no fundo tornasse, porque na verdade, este prazer, faz-me tão feliz, que se torna em todos os prazeres a que um ser humano está vulnerável.
Tentar lutar em certa parte por este prazer, torna-me livre de querer e livre de viver, não simplesmente, por lutar, mas sim, porque a simplicidade desta paixão, faz-te lutar pela vida e pela liberdade. Agarro-me a esta paixão empolgante e repentina, que em certa parte me faz duvidar, se é mesmo uma paixão, ou não! Mas...
O que sei, é que continuo a lutar e a gostar de lutar e continuo a aproveitar desta liberdade estranha e bestial!
Tentar lutar em certa parte por este prazer, torna-me livre de querer e livre de viver, não simplesmente, por lutar, mas sim, porque a simplicidade desta paixão, faz-te lutar pela vida e pela liberdade. Agarro-me a esta paixão empolgante e repentina, que em certa parte me faz duvidar, se é mesmo uma paixão, ou não! Mas...
O que sei, é que continuo a lutar e a gostar de lutar e continuo a aproveitar desta liberdade estranha e bestial!
quinta-feira, 28 de junho de 2012
No meio de...
Gigante é a alma só,
gigante é quando ela, só tem força para chorar! Grande é quando o pesadelo
passa e continuam monstros a apoderar-se da mente para uma mera hora de diversão,
não querendo saber do que vem depois, do que se pensa depois, só querendo
aquele momento de desejo, que é só isso, um desejo, tão pequeno, que dura uns
minutos, mas que trás mais 48 horas de revivência e revivência naquele pequeno
momento. Por mais, “não quero saber, foi só o momento”, trás sempre mais
pensamento e uma evolução, no que se diz de atracção física, o mais estranho, atracção
física do que insiste em não sair da cabeça.
Pequeno é o que sobra
daquele momento, pequeno e minúsculo o que se guarda, mas guarda-se e aí se
pergunta o porquê de continuar a pensar naquilo que na teoria não teve
importância nenhuma! Tenho a certeza que até mesmo um simples e insignificante
beijo, fica, porque fica naquela que é a mente!
No meio do que é grande,
gigante, pequeno, ou minúsculo, está sempre a vontade de continuar a viver a
ilusão de que não foi nada e na verdade foi tudo, no meio, aparece o mesmo que
aparecia no que é realmente importante, no meio fica sempre o valor, daquilo
que se pensa e que se quer mostrar de não valor!
Vai, daqui a uns anos
será insignificante, mas desculpem neste momento é tão ou mais importante que
as peças principais, vou mesmo dizer, tão ou mais preocupantes, porque na
verdade continuam na mente e nas recordações relevantes!
Sim, vai acabar, mas
desculpem, agora não!
terça-feira, 26 de junho de 2012
O mais espantoso da minha vida é que só agora percebi que na verdade não precisei do que lotei para ser feliz, porque sinceramente, agora sem a luta, sou muito mais feliz. Como é que eu pude querer uma "coisa" que tanto me fez sofrer, como é que eu preferi o fogo, à água e à sua pureza.
Sim, agora percebo que lutar por o que não dá certo de inicio não vale a pena. Sim, porque sabes, serás mais feliz sem, do que com, por isso deixa para lá e fica como estavas e não mudes o que estava certo, porque irás estragar tudo e, dificilmente irás consertar, tanto por dentro, como por fora.
Apesar de saberes que aprendes com os erros, alguns podes evitar, sabendo exactamente que vão dar errado.
O mais estranho, é que até agora fiz tudo mal e por mais avisos, continuei, e no fim, tive que voltar a consertar tudo o que parti e o pior, arrepender-me, por não ter conseguido, consertar o que estava a partir-se no inicio. Agora, simplesmente estou sozinha a corrigir o mundo do coração e da cabeça, dois mundos diferentes, na maioria que discordam, mas que neste momento são os melhores amigos e continuam a sê-lo, por obediência
à cabeça, porque o coração só faz asneira e o seu melhor amigo, está somente a protege-lo de não voltar a faze-lo, claro que tem sempre a ajuda de outras cabeças que continuam ajudando sempre que podem.
A vida sem ajuda não dá bom rumo, mas principalmente, precisa da tua cabeça e do teu coração para conseguir viver em felicidade.
Sim, agora percebo que lutar por o que não dá certo de inicio não vale a pena. Sim, porque sabes, serás mais feliz sem, do que com, por isso deixa para lá e fica como estavas e não mudes o que estava certo, porque irás estragar tudo e, dificilmente irás consertar, tanto por dentro, como por fora.
Apesar de saberes que aprendes com os erros, alguns podes evitar, sabendo exactamente que vão dar errado.
O mais estranho, é que até agora fiz tudo mal e por mais avisos, continuei, e no fim, tive que voltar a consertar tudo o que parti e o pior, arrepender-me, por não ter conseguido, consertar o que estava a partir-se no inicio. Agora, simplesmente estou sozinha a corrigir o mundo do coração e da cabeça, dois mundos diferentes, na maioria que discordam, mas que neste momento são os melhores amigos e continuam a sê-lo, por obediência
à cabeça, porque o coração só faz asneira e o seu melhor amigo, está somente a protege-lo de não voltar a faze-lo, claro que tem sempre a ajuda de outras cabeças que continuam ajudando sempre que podem.
A vida sem ajuda não dá bom rumo, mas principalmente, precisa da tua cabeça e do teu coração para conseguir viver em felicidade.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Querer o inevitável!
Buscar o inevitável, é o que
tento fazer diariamente, para conseguir o que pretendo, igualmente a todos vós
e a ti, pessoalmente, já te deve ter acontecido vezes sem conta, já deves ter
lutado com o que tens, com o que não tens e com o que queres ter, tudo porque
queres o que é impossível, sim, eu também o faço e cheiro todos os dias a
desilusão da luta não conseguida, mas volto outra vez a carregar no reproduzir
e volto a ouvir vezes, sem vezes o play da mesma situação repugnante!
Lutando sem parar, de
entre os travões da guerra e do ego arrancado, fecho os olhos, inspiro e volto
a acelerar na retaguarda, porque na verdade, só espero que esteja no caminho
certo. É inacreditável, mas eu continuo a pensar, minuto após minuto, que vou
terminar aquilo que nem devia de estar a começar, mas faço exactamente o
contrário! É irónico, não é? Digam, eu quero que o arrependimento me mate, mas
o mais estranho, é que ele não mata e eu continuo vivendo, à espera que ele
mate…
Tenho a certeza que a “derrota”
é o ganho, tenho simplesmente a sensação que fazer o correcto é contra, e acabo
sempre na mais estranha dureza do errado, e pois claro que me arrependo por
simplesmente, estar a pensar que é completamente correcto, mas volto sempre a
perguntar, “qual é o correcto, se não experimentei um para saber?” e logo volto
na direcção mais uma vez, só para confirmar se está mesmo errado e volto a
saber a resposta, mas volto e volto, até não me deixarem voltar mais.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Um obrigado...
Sou jovem, bastante nova
para responsabilizar-me, bastante jovem para saber o que é ser, bastante
imatura para viver, bastante inocente! Sou estas inevitáveis discórdias, mas
uma certeza que tu não consegues abdicar é que te AMO, mesmo que digas que é impossível
este amor, mas eu critico, cito e grito se for preciso, porque é um laço
inevitável. Tu conseguiste abrigar-me, proteger-me durante toda a minha vida e
o meu ser, esteve a crescer dentro do teu, foi alimentado pela tua comida,
retirei energia que tu possuías para eu poder respirar, retirei a tua beleza
para eu poder viver!
Digo, eu sei com o
coração, sempre que dizes que deva mudar, crescer, mas o cérebro buzinado pela
rebeldia obriga-me a citar, a ser inoportuna e desrespeitar o certo e dizer é mentira,
não sabes, eu é que sei!
Só te quero agradecer por
cada lágrima de paciência, por cada nota desafinada que toquei, por cada manhã
embriagada pelo sono, por cada obrigado que não te dei, por cada cinza que te
lancei quando te desobedeci, por cada vez mais ser tão complicada de aturar e
acima de tudo quero-te agradecer por não me teres deixado, por me teres
cuidado, por me teres educado e por acima de tudo, por me amares…
Sim, uma tarefa difícil
de reavaliar-me para perceber o que nestes anos, meses, dias, minutos,
segundos, milésimos…que por algum motivo te fiz ficar preocupada, stressada,
inervada, chateada, irritada, sem mais forças….
Sim, é o dia da mãe e
mais uma vez quero-te pedir desculpa, por só hoje, me ter lembrado de te pedir
desculpa por não te ter falado destes motivos mais cedo, não sendo inoportuna,
queria só mais um favor, que não chores, que te divirtas e que me ames para o
resto da tua vida! Ah e que me continues a apoiar e a proteger com o meu
futuro, porque vou necessitar muito da tua ajuda e tu conhecendo-me como
conheces sabes bem que sim…
Só não quero...
Sei que não devia sequer
dizer isto tantas vezes, sei que muitas vezes faço pensar o que é impensável,
sei que sempre escondo os meus sentimentos, sei que nunca vou tentar sequer
dizer o que penso, sei que muitas coisas e poucas ou mesmo nenhumas!
Por não saber mesmo nada
é que nesta vida se aprende para saber!
Não te vou estar a dizer
para fazeres isto ou aquilo, ou parares de fazer isto, ou aquilo, que sei que
isso não vai acontecer, por isso só te aconselho a dormires e decidires se
queres mesmo isto, ou aquilo, ou se te mereço, ou ainda se tu me mereces, não
vou ganhar rancor à tua decisão, não vou magoar ninguém, porque temos que ver,
que nós estamos sempre e incondicionalmente tristes com palavras mal ditas e
por mais que tentemos deixar de o fazer é impossível, nós gostamos um do outro,
mas não sabemos lidar um com o outro, não nos percebemos e não nos
aceitamos!!!!
Quero mesmo que percebas
cada decisão, porque sabes, nós temos que crescer e se tivermos que lidar um
com o outro como amigos será, se estivermos dispostos a deixar de ser crianças
e a deixar tudo para trás e mudarmos, seja, mas temos que nos decidir, porque
sabes, estou cansada de estar nesta droga de vida, sem saber o que dizer com
medo da discussão, ou mesmo da ignorância!
Só não quero que te
esqueças que TE AMO! Estou disposta a tudo por ti!
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Mais, igualmente, menos perdida de amores!
Imagino um futuro com um sorriso e o futuro engana, imagino um sorriso no presente e engano-me.
Sonho contigo e acordo, volto a sonhar connosco, adormeço num pesadelo!
Vivo a nossa vida e não vejo vida, vejo sofrimento, vivo os beijos e não foram beijos.
Choro e não quero chorar o que não dava para chorar, porque não acredito que chorei e choro o sofrimento, onde perdoou e volto a sentir a mesma desilusão!
Gostava de poder imaginar mais, gostava de sonhar mais, viver mais, chorar menos, mas não existe uma felicidade constante, mas sim uma felicidade inconstante, completamente exprimida, como uma laranja bem sumarenta, que fica somente com um bocadinho de sumo, que tira o sabor à laranja. Não consigo mais!
Tento mais uma vez e volto a desiludir-me, desisto, vou sofrer como nunca, mudo, vou ter de voltar a ficar igual, acabo, vou ter de acatar com todo o medo de me voltar a apaixonar!
Ficarei inanimada esperando a resposta vinda da boca do meu querido amor, ou do meu querido pesadelo imperfeito, mas que tentei considerar perfeito!
Cada palavra de luta, de desistência, só me faz ficar ainda mais quieta, mais dolorosa, mais fria, menos amigável, menos bondosa, igualmente sofredora, igualmente confusa, igualmente, mais e menos perdida de amores!
Lá no fundo quero,
Lá no fundo perco,
Lá no fundo...
Quero cantar,
Quero chorar,
Quero...
Vou morrer,
Vou sofrer,
Vou...
Sonho contigo e acordo, volto a sonhar connosco, adormeço num pesadelo!
Vivo a nossa vida e não vejo vida, vejo sofrimento, vivo os beijos e não foram beijos.
Choro e não quero chorar o que não dava para chorar, porque não acredito que chorei e choro o sofrimento, onde perdoou e volto a sentir a mesma desilusão!
Gostava de poder imaginar mais, gostava de sonhar mais, viver mais, chorar menos, mas não existe uma felicidade constante, mas sim uma felicidade inconstante, completamente exprimida, como uma laranja bem sumarenta, que fica somente com um bocadinho de sumo, que tira o sabor à laranja. Não consigo mais!
Tento mais uma vez e volto a desiludir-me, desisto, vou sofrer como nunca, mudo, vou ter de voltar a ficar igual, acabo, vou ter de acatar com todo o medo de me voltar a apaixonar!
Ficarei inanimada esperando a resposta vinda da boca do meu querido amor, ou do meu querido pesadelo imperfeito, mas que tentei considerar perfeito!
Cada palavra de luta, de desistência, só me faz ficar ainda mais quieta, mais dolorosa, mais fria, menos amigável, menos bondosa, igualmente sofredora, igualmente confusa, igualmente, mais e menos perdida de amores!
Lá no fundo quero,
Lá no fundo perco,
Lá no fundo...
Quero cantar,
Quero chorar,
Quero...
Vou morrer,
Vou sofrer,
Vou...
sábado, 2 de junho de 2012
Deixem-me ser só eu a derrotada
Nada pode fazer-te pensar
que serás aquilo que pensas que vais ser, nada te risca do que não podes ser,
nada simplesmente te proíbe e te aconselha a seguires, simplesmente tudo te
mostra que não dá, tudo te mostra que podes ser capaz ou desistir! Tu, tu és
esse tudo e o nada, aqueles que não afectam minimamente para a tua vida
continuar, porque a vida do nada vai continuar e tu, tudo vais-te deixar ficar?
Ou vais continuar a competir e a querer lutar com esses nadas e ninguéns que te
pertencem, porque nunca existe um tudo, sem um nada, tal e qual que não existe
tristeza sem felicidade.
Nada te fará cair, se tu te
deixares estar no cimo e não te deixares apegar por esses nadas, que pensas ser
tudo, mas na verdade não passam de nadas que te preenchem a vida, não são a tua
vida, se preferes acreditar que a tua vida depende desses nadas infelizes,
então continua.
Sim, penso que sou um
nada e que os nadas são os meus “tudos”, sem sequer pensar um momento que eu
sou o tudo, que sou o vencedora, dentro deste abraço azul e verde, cheio de sol
e chuva. Sim, sou uma desesperada que não luta, derrotada que acredita numa
vida dependente, tentando mesmo arrebatar, mas sem qualquer força, sim, porque
se deixa rebaixar e cair nos nadas, só dependendo deles, não ganhando amor-próprio.
Dou conselhos para os “nadas”
serem felizes, deixarem de se rebaixar, porque na verdade sou invejosa, só eu é
que quero ser rebaixada, só eu é que não quero ter auto-estima, só eu é que
quero ser assim. Só eu própria posso ser assim e mais nenhum poderá ser assim,
só eu, por isso, afastem-se e deixem-me ser só eu a derrotada, a que nunca
vence, a perdedora!
Todo o mundo viverá sem se preocupar se existes, por isso faz com que parte dele se preocupe! Todo o mundo vai deixar para trás pensando somente nele, por isso faz com que parte dele te agarre e não te deixe caída, aí atrás e te traga para perto deles, protegendo-te!
Faz parecer que és importante em cada caminho que faças, tenta retirar as pessoas no canto do caminho, faz por eles, deixa a tua marca, que o teu caminho será menos duro. Faz parecer a tua humildade, faz-te humano e ajuda, que os humanos vêem ter contigo, vão ser humildes e também te vão ajudar!
Estuda as diferenças e testas, que serás sempre bem-sucedido, estuda as igualdades e desfruta, estuda a amizade e agarra-a, estuda o amor e chora, ri e aproveita momentos fantásticos.
Relembra a tua família, não tenhas medo do que és e verás que a tua família fará muito por ti, relembra pequenos desentendimentos e aprende que todas as famílias unidas, serão sempre diferentes e que as diferenças fazem unidas as famílias!
Sê sempre tu independentemente, sê sempre honesto, que a honestidade fará amigos, sê acima de tudo generoso, que a generosidade recompensa a tua felicidade e principalmente a tua felicidade com os outros!!!
Lembra-te sempre de quem te quer bem, porque se o fizeres, sempre farás o bem também, sempre serás o bem! Lembra-te do que és, nunca te deixes cair, lembra-te sempre o que foste e continua sempre a tentar melhorar!!!
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Acabou, acabou aquilo que não queria que acabasse!
Gostava de ganhar mais, gostava
de ter coragem para o novamente, gostava de tentar pelo menos colocar umas
palavras na minha boca e não que se mantivessem na minha mente, gostava de ter
coragem de magoar alguém que tanto amo, por me fazer amar assim! Gostava que
tudo o que lhe tento dizer para fazer por mim se realizasse tão ou mais
rapidamente que eu sentisse que o que perdi conseguisse recuperar, sim estou a
falar da minha maior perda, tu… já perdi tanta coisa, já perdi tantas pessoas,
já perdi cada sorriso do passado, mas nunca perdi algo que me pertence, nunca
perdi algo que sei que ainda continua a pertencer-me, mas não vou poder ficar,
porque simplesmente não posso ficar para não ganhar aquilo que nunca ganharei,
sim nunca ganhei nada apesar de ser meu, nunca senti que pertencia, apesar de
saber que é meu, nunca ouvi uma emoção, mesmo sabendo que ela existe! Só
gostava de a ter de volta, apesar de saber que nunca iria ter algo, mas gostava
de sentir outra vez a sensação de voltar a ter aquilo, aquilo que sempre quis
que fosse meu, apesar de o ser!
Não é possível que a
pessoa mude, por muito que queira, por muito que prometa, não vai mudar
minimamente! Sem esperança, sem qualquer tipo de ambição, é o amor que me fez
vacilar e amar mais do que intensamente amei o passado. É sem dúvida aquele
amor que tão pouco tempo durou, mas que tão intenso se tornou! Sim a camisola descoseu
e está sem qualquer maneira de se voltar a cozer, já nem serve sequer para me
manter quente nos dias frios de Inverno! Tenho que tentar deixar de acreditar
neste grande amor que me persegue, tenho que tentar ser feliz, seria óptimo que
fosse ele um dos motivadores da minha felicidade, mas tenho a certeza absoluta
que não! Já nem sequer posso sonhar com o nosso futuro, porque não consigo ver
um, não consigo um bocadinho de coragem para voltar a pensar naquele sonho e
naquele futuro!
Acabou, acabou aquilo que
não queria que acabasse!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
É inacreditável, uma
oportunidade de tudo dar certo! Era fantástico que nós estivéssemos a saber
tudo num simples silêncio, era bom que desaparecessem fantasmas e palavras por
dizer, era bom que obtivéssemos cada resposta como queríamos!
Era bom que cada olhar indicasse
o que pensas, como o meu quando olho para o quer que seja, era bom que cada abraço
se mantivesse como o simples carregador de amor, era bom que todas aquelas
pessoas que gritam, soubessem gritar as palavras certas nos corações das pessoas!
A vida seria uma óptima festa,
se as pessoas vivessem na mesma felicidade que elucidam sempre que se reúnem,
ouvem música e brindam as suas vidas miseráveis, do ninguém!
Gostava de poder viver
aquela vida de drama que a televisão apresenta para nos fazer dançar, sonhar,
cantar e pensar naqueles amores típicos das novelas brasileiras que sempre
mostram o final feliz!
Todas as coisas melhoram.
Todas as coisas dão certo. Todas as coisas são intensamente sentidas na vida.
Todas as coisas, são coisas e somente coisas inexplicáveis que nunca se desmoronam
naquilo que é os pequenos momentos de ser feliz!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Ser eu, uma tarefa fácil
para uns, mas para mim, a tarefa mais complicada do mundo, sendo eu como sou,
completamente deslocada e confusa de mim própria, sendo eu o ser que sou,
tornasse muito trabalhoso!
Cada vez mais a missão de
ser e viver, é simplesmente um cuidado malévolo para não desequilibrar o meu
ser e o prazer de viver!
Tento ser a mais
perfeita, pondo de lado os defeitos, sendo mesmo impossível, ponho os defeitos
de lado e sou perfeita, mas nem mesmo a perfeita que sou, agrada aos que me são
próximos e mais uma vez, o prazer de viver é definitivamente invadido pelo
horror de todos os prazeres que se tem pela vida!
Há um beco entre o ser e
o viver que se escurece no horizonte, enfraquecido pelo meu ser, sendo no fim o
viver, o prazer morto, pelo completo desespero por querer ser imaculada de
perfeita e deixar de parte o contentamento por poder viver, disfrutar de uma
existência!
Sim, estes dois verbos,
conjugados no passado e no presente, que numa vida se unem, na minha,
descruzam-se e tornam o futuro obscuramente triste!
Tento sentir o amor,
tento sentir o meu próprio amor, mas o meu ser simplesmente não me deixa gostar
de mim e o prazer de viver amando a pessoa que sou não acontece! Nunca
aconteceu e com a ajuda de seres no passado nunca acontecerá!
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Valoriza
Por vezes queremos tentar dar o máximo de valor ao que temos, ganhando grande apreço por coisas, mas se pensarmos bem, coisas completamente insignificantes para espalhar o nosso amor e o nosso carinho por aquelas coisas, em vez de, em primeiro dar valor a quem nos deu, ou mesmo dando valor a nós próprios, em vez de valorizar aquilo que pensamos ser a grande coisa que gostamos.
Já pensaram no amor que podemos exprimir à pessoa por o que nos deu, ou mesmo ganhar mais amor a nós próprios, porque na verdade, sem nos amarmos, o nosso amor será expressamente bem agarrado para quem o damos, ou mesmo tão sinfónico para os seus ouvidos.
Sim, por vezes a sinfonia do nosso instrumento que bate, como um tambor, consegue fazer-se chegar ao que é certo, mas muitas vezes, só se fica, pelo incerto, na maioria pelo errado.
Já pensaram, nas vezes em que fomos errados, nas vezes que o baixo ultrapassou a bateria e causou uma melodia tão irritante e insignificante, que sem jeito, fez com que a própria bateria perdesse a destreza de um toque, de um ritmo. Sim muitas vezes o nosso cérebro pensa demais e não dá oportunidade ao nosso coração de pensar também, pensar tanto, pensar como nunca pensou.
Sim, nós conseguimos ser tão, ou mais desafinados na nossa vida, que a nossa própria voz, sim comparativamente à nossa voz, somos mais desafinados. Chegamos a ser tão errados que valorizamos coisas, que nem têm outro nome, coisas. Coisas tão sem nome e significado que chega a partir outros corações, outras baterias, outros tambores, que também têm ritmo, partindo aos bocadinhos os vidros das suas peles.
Deixemos de ser completamente fugitivos ao verdadeiro amor pelas coisas e encontremos o caminho de volta para o significativo amor pelo quem e não pelo quê, ganhemos, digamos sim e não talvez, ganhemos corações e não exemplificações, ganhemos abraços e não olhares, ganhemos e não desvalorizemos, porque nós somos amor e não podemos dá-lo a coisas, mas sim a nós e aos outros.
Ama e não percas quem amas, expressa a quem amas e não percas cada resposta de quem amas.
Diz, agora, Amo-te e tenho a certeza que nunca te vais esquecer do que é amar o quem e não amar o quê, tenho a certeza que é melhor, é mais melódico, é mais ritmado, é mais fantasmagórico, mais mágico, mais cómico, mais Tudo, Mais e Mais, Tudo.
Já pensaram no amor que podemos exprimir à pessoa por o que nos deu, ou mesmo ganhar mais amor a nós próprios, porque na verdade, sem nos amarmos, o nosso amor será expressamente bem agarrado para quem o damos, ou mesmo tão sinfónico para os seus ouvidos.
Sim, por vezes a sinfonia do nosso instrumento que bate, como um tambor, consegue fazer-se chegar ao que é certo, mas muitas vezes, só se fica, pelo incerto, na maioria pelo errado.
Já pensaram, nas vezes em que fomos errados, nas vezes que o baixo ultrapassou a bateria e causou uma melodia tão irritante e insignificante, que sem jeito, fez com que a própria bateria perdesse a destreza de um toque, de um ritmo. Sim muitas vezes o nosso cérebro pensa demais e não dá oportunidade ao nosso coração de pensar também, pensar tanto, pensar como nunca pensou.
Sim, nós conseguimos ser tão, ou mais desafinados na nossa vida, que a nossa própria voz, sim comparativamente à nossa voz, somos mais desafinados. Chegamos a ser tão errados que valorizamos coisas, que nem têm outro nome, coisas. Coisas tão sem nome e significado que chega a partir outros corações, outras baterias, outros tambores, que também têm ritmo, partindo aos bocadinhos os vidros das suas peles.
Deixemos de ser completamente fugitivos ao verdadeiro amor pelas coisas e encontremos o caminho de volta para o significativo amor pelo quem e não pelo quê, ganhemos, digamos sim e não talvez, ganhemos corações e não exemplificações, ganhemos abraços e não olhares, ganhemos e não desvalorizemos, porque nós somos amor e não podemos dá-lo a coisas, mas sim a nós e aos outros.
Ama e não percas quem amas, expressa a quem amas e não percas cada resposta de quem amas.
Diz, agora, Amo-te e tenho a certeza que nunca te vais esquecer do que é amar o quem e não amar o quê, tenho a certeza que é melhor, é mais melódico, é mais ritmado, é mais fantasmagórico, mais mágico, mais cómico, mais Tudo, Mais e Mais, Tudo.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Parei o Tempo
Hoje parei o tempo e o
mais estranho é que parecia mesmo que o tempo tinha parado e eu simplesmente bocejando,
mas estava feliz pelo tempo que desperdicei a bocejar. Momentaneamente o bocejo
acabou e o tempo continuo. Eu apercebi-me que o tempo não tinha parado
realmente, fiquei completamente desolada, porque na verdade o meu maior desejo,
é que o tempo pare e que não estivesse naquela aula, que nunca mais acabava. Entre
conversas e um texto horrível que não quero saber. Por favor, volta a parar.
Como eu pensei que aquele
segundo era interminável e eu feliz por ele parar, simplesmente bocejando sem
qualquer problema, sem qualquer medo. Com ele infinitamente parado, podia ir a
qualquer lado com os meus pés, ou mesmo a voar, porque com o tempo parado a imaginação
pode até levar-nos a voar e tu estás mesmo a voar para o local que
queres e eu, queria ir para o local de trabalho do meu pai, era o a única coisa que eu queria naquele momento e, estava mesmo a
voar para o local de trabalho do meu pai. Mirando-o a trabalhar quieto,
porque naquele momento o meu pai estava parado no tempo, eu pude observar o
esforço que ele fazia, sentindo-me completamente perplexa ao que ele transpirava,
ele era o meu herói, o esforço que fazia, era deveras, impressionante, deveras estonteante e ao mesmo tempo preocupante e avassalador. Sem mais decidi correr até… ao calvário da minha mãe e vê-la
a ser escrava daqueles a quem ela chamava de patrões e só me apetecia
bater-lhes, pela maneira como a usavam, deviam de ver o esforço de minha mãe,
parecia um trolha a trabalhar nas obras de uma casa, só me quis vir embora.
Voltei para esta aula, que horror, não quero estar
mesmo aqui, sinceramente, não me apetece estar em lado nenhum, olho para o
relógio, o tempo não passa, anda, quero que saias. Tocou! Finalmente! Sai-o!
Só me apercebi depois de
terminar a ultima palavra, que na verdade o tempo parou, parou enquanto
escrevia, sonhava que ele tinha mesmo parado, que eu estava simplesmente a ver
o mundo daquela sala de aula, onde não queria estar, na verdade parou e eu
estou mesmo feliz por ele ter parado enquanto tentava esboçar um sacrifício que
fazia!
terça-feira, 17 de abril de 2012
Amo-te, não digas nada!
Amo-te, não digas nada. Olha para os meus olhos, diz que acreditas neles, diz que entendes, porque o que te digo é verdade, eu AMO-TE. Não digas nada.
Já viste o perfume do meu cabelo negro, é o perfume do meu amor. Amo-te, não digas nada.
Se pensas que não te amo, então porque é que pensas que namoro contigo? Amo-te, não digas nada!
Sou tua, não digas nada, sou tua, não digas nada, sou tua porque te amo, sou tua e amo-te, mas não digas nada!
Não digas nada porque vais estragar tudo, não digas mentiras, quando sei que gostas das minhas verdades, não digas que não entendes nada, quando percebes cada letra da minha lama.
Amo-te, não digas nada;
Descobre, olha nos meus olhos, não digas nada, porque os meus olhos dizem tudo!
Lê e não digas nada!
Chora, porque cada lágrima dirá tudo!
Ama-me, não digas nada!
Beija-me e dirás tudo!
Já viste o perfume do meu cabelo negro, é o perfume do meu amor. Amo-te, não digas nada.
Se pensas que não te amo, então porque é que pensas que namoro contigo? Amo-te, não digas nada!
Sou tua, não digas nada, sou tua, não digas nada, sou tua porque te amo, sou tua e amo-te, mas não digas nada!
Não digas nada porque vais estragar tudo, não digas mentiras, quando sei que gostas das minhas verdades, não digas que não entendes nada, quando percebes cada letra da minha lama.
Amo-te, não digas nada;
Descobre, olha nos meus olhos, não digas nada, porque os meus olhos dizem tudo!
Lê e não digas nada!
Chora, porque cada lágrima dirá tudo!
Ama-me, não digas nada!
Beija-me e dirás tudo!
domingo, 15 de abril de 2012
Rapidamente Mudança
Nunca vi a felicidade tão próxima do coração e simplesmente a desaparecer como por magia.
Numa palavra, uma única palavra satisfez para o amor se modificar.
Borboletas passaram pela minha mão interlaçada na tua e morreram quando a largaste quente, tornando-a fria. Estava perfeito e vieram arrancar, como um beijo, quando termina.
Sair, foi tão rápido, como a palavra a escrever-se, sair, foi tão intenso e tão aterrador como a morte, Esta bem, foi simplesmente a resposta ás minhas mil e uma justificações.
Só mais um beijo, só mais um amo-te, só mais um sonho, só mais uma coisa, durante muito tempo.
Não posso andar bem num barco sem remo, não posso mais deixar o suporte da mascara.
Não vou bater palmas à espera duma viagem ao mundo mágico, não vou gritar por apareceres, vou erguer-me e lutar pelo mais importante dum mundo que eu tento conquistar; não quero ser personagem principal, mas pelo menos, queria ser um figurante que torna este mundo mágico, como todos lhe tratam, como todos o pintam e lutam, para o ser, tal como eu.
Flores, eu nunca pedi flores, demonstração de amor, eu nunca pedi, eu só pedi que ficasses, só pedi para ser feliz contigo, sem complementos, muito menos, problemas, que tanto aterrorizam este tempo completamente perfeito, um tempo sem lágrimas e espadas contra o inimigo, aquele com chifres, um antigo amigo do todo poderoso, que nos tenta; esse é quem torna tudo difícil, mas vou conseguir, vou mudar os meus olhos para outra cor, para ver tudo de maneira diferente, vou mudar.
sábado, 14 de abril de 2012
Aproximar, Alimentar, Afastar, Acabar, Sofrer
O negro do meu coração está a seguir o teu amor, o teu cheiro, a tua vida.
Sobre estes espinhos ressequidos que já nem choram, já não riem, só existem; tornando-se numa pedra amorosa que sofre por sofrer, emergindo a secura da alma que ama o que sabe que deve amar, mesmo sabendo que vai amar e não amar, até a morte do amor, sobrevivendo no seu nascimento.
O colorido dos teus olhos, são o negro do meu coração, o teu sorriso, o choro da minha alma e o odeio de me amares, é fazer amar-te mais do que odeias amar-me. Tentar regressar ao amor, não me deixa entrar no sensível de dois corpos que se veneram mutuamente em segredo, mas simplesmente deixando na certeza que o outro é quem o venera e não mostrando que se veneram.
Pintar a paixão ofegante, representando a atracção, borrata o amor excitante, levando ao afastamento , querendo simplesmente a aproximação.
APROXIMAR, APROXIMAR, AFASTAR, AFASTAR, ACABAR, ACABAR, SOFRER, SOFRER....
Auto.Avaliar o que não conseguimos, só nos dirige à Hetro-Avaliação dos seres, encontrando os defeitos existentes no amante e sabendo mesmo que nós próprios somos o defeito.
CORRE E ABRANDA, SORRI E CHORA, É O AMOR SEM APOIO, QUE SEM ALIMENTO, ALIMENTA, CORRE E ABRANDA, SORRI E CHORA....
Sobre estes espinhos ressequidos que já nem choram, já não riem, só existem; tornando-se numa pedra amorosa que sofre por sofrer, emergindo a secura da alma que ama o que sabe que deve amar, mesmo sabendo que vai amar e não amar, até a morte do amor, sobrevivendo no seu nascimento.
O colorido dos teus olhos, são o negro do meu coração, o teu sorriso, o choro da minha alma e o odeio de me amares, é fazer amar-te mais do que odeias amar-me. Tentar regressar ao amor, não me deixa entrar no sensível de dois corpos que se veneram mutuamente em segredo, mas simplesmente deixando na certeza que o outro é quem o venera e não mostrando que se veneram.
Pintar a paixão ofegante, representando a atracção, borrata o amor excitante, levando ao afastamento , querendo simplesmente a aproximação.
APROXIMAR, APROXIMAR, AFASTAR, AFASTAR, ACABAR, ACABAR, SOFRER, SOFRER....
Auto.Avaliar o que não conseguimos, só nos dirige à Hetro-Avaliação dos seres, encontrando os defeitos existentes no amante e sabendo mesmo que nós próprios somos o defeito.
CORRE E ABRANDA, SORRI E CHORA, É O AMOR SEM APOIO, QUE SEM ALIMENTO, ALIMENTA, CORRE E ABRANDA, SORRI E CHORA....
terça-feira, 3 de abril de 2012
Luta...
Quantas vezes empurraram um pensamento e ele nunca mais saía, continuando a chatear-te, a dialogar coisas que sabes que as fizeste, que não queres mais saber e o teu ego continua a dizer-te “fizeste isto, está errado, agora para castigo vais pensar nisto o tempo que eu quero e tu não mandas em mim” e tu a saberes que tem razão, mas como já está feito só não queres mais pensar naquilo…
É impossível uma pessoa não se arrepender daquilo, é impossível remediar, é impossível não estarmos a pensar, se o que tu mais querias era nunca tê-lo feito, mas seres assim, completamente irresponsável, só te leva a fazeres e arrependeres-te, agora sou eu que me digo “BEM FEITO, NÃO TIVESSES FEITO O QUE FIZESTE, APRENDE QUE JÁ ESTÁ MAIS DO QUE NA HORA… CRESCE, CRESCE, CRESCE, JÁ TENS IDADE”…
Continuando com as lutas com o ego, vou andar a gritar para sair e ele vai continuar a importunar-me, por isso, tu como eu, vamos pensar um bocadinho antes de fazer, que tudo o que está na mente vai desaparecer, logo, PENSA, SÊ RESPONSÁVEL, que eu tal como tu, vou PENSAR, SER RESPONSÁVEL…
segunda-feira, 2 de abril de 2012
A prisão do passado
Cada palavra esboçada é apagada como pó, não tenho improviso para dizer o que me prende, será o ser mais estranhamente espectacular, ou todo o passado invisivelmente malvado, que não me deixa exprimir o que sinto, porque na verdade tudo se interliga como transa de uma menina.
Nunca consegui explicar o ritmo da minha bateria, nem a voz do meu vocalista neste passado tocado no meu presente, arrancando notas ao baixo do meu coração, que por mais que tente erguer a sua bandeira de paz, é arrebatada com fogo dos problemas do presente criado por inexplicáveis existências que se atrevem a percorrer com o meu passado, ao meu mais pequeno prazer de morte, que não consigo abandonar, como sina que me leva e eu conduzo por caminhos interditos ao mundo, onde só o prazer e a loucura me corrompem como ameaça.
Sendo eu, uma lágrima mágica, sendo eu, um sorriso de carregar a alma, então porque esta mais confusa discussão entre a ligação do que mais queria que não se ligasse, porquê agora a sua eterna ligação, se o que sei é que dançar no desafinado já não danço, então porque é que aquele que não sabe cantar se intromete na mais bela canção?
Unindo forças com o que já nem forças tem, vou mais uma vez lutar pelo que mais quero e afastando o que não quero definitivamente na minha vida, conquistando o meu coração daquele outro lado, esperando que pare de se afastar e querendo mais do que ninguém que eu grite, salte e volte a gritar por ele. Encaixando na minha mente a mais das importâncias deste mundo, que é ter um individuo que te faz amar tão inexplicavelmente e não querendo mais nada…
Todos os dias, vou cantar ao pássaros, que dói estar longe de ti, para ver se um dia louco ele chegam até a ti e te explicam que eu sou expressa e unicamente tua e que nenhuma andorinha, disfarçada de pomba me vai fazer apaixonar como estou apaixonada por ti…
quarta-feira, 28 de março de 2012
DE TI, DE TI NÃO TENHO MEDO...
Não consigo acreditar nesta estrada, está toda tão certa que tenho medo, tenho medo, tenho medo de tudo, até dos teus olhos, tenho medo de tudo, mas de ti não, de ti não tenho medo!
É incalculável as vezes que já vi o certo tornar-se no errado, mas de ti, calculo, é 100% eficaz. Não sei onde me enquadro, não sei se sou a peça que encaixa no teu puzzle e isso dá-me medo, muito medo, mas de ti não, de ti não tenho medo. Tenho medo de voltar, de voltar aquele sofrimento, tenho medo de tu não seres o ser transcendente neste pequeno, grande paraíso, mas de ti, de ti não tenho medo...
Vivo numa esfera, com diferentes raças, religiões, línguas e climas, tenho medo, tenho medo desta esfera, tenho medo que não passe de um círculo, tenho medo, mas de ti, de ti não tenho medo.
Tenho medo de mim, tenho medo de ser tão confusa e incompreensível que nem me compreenda a mim, tenho medo de deixar de ser eu, mas de ti, de ti não tenho medo. Tenho medo das tuas lágrimas, tenho medo das tuas pequenas paragens, tenho medo que te vás embora, mas de ti, de ti não tenho medo!
Tenho medo de errar, tenho medo do erro, tenho medo dos pontos de interrogação, tenho medo de ser mulher, tenho medo de ser no futuro, uma pedra, tenho medo de não ser ninguém, tenho medo de ser, tenho medo de existir, tenho medo do futuro, mas de ti, DE TI NÃO TENHO MEDO....
É incalculável as vezes que já vi o certo tornar-se no errado, mas de ti, calculo, é 100% eficaz. Não sei onde me enquadro, não sei se sou a peça que encaixa no teu puzzle e isso dá-me medo, muito medo, mas de ti não, de ti não tenho medo. Tenho medo de voltar, de voltar aquele sofrimento, tenho medo de tu não seres o ser transcendente neste pequeno, grande paraíso, mas de ti, de ti não tenho medo...
Vivo numa esfera, com diferentes raças, religiões, línguas e climas, tenho medo, tenho medo desta esfera, tenho medo que não passe de um círculo, tenho medo, mas de ti, de ti não tenho medo.
Tenho medo de mim, tenho medo de ser tão confusa e incompreensível que nem me compreenda a mim, tenho medo de deixar de ser eu, mas de ti, de ti não tenho medo. Tenho medo das tuas lágrimas, tenho medo das tuas pequenas paragens, tenho medo que te vás embora, mas de ti, de ti não tenho medo!
Tenho medo de errar, tenho medo do erro, tenho medo dos pontos de interrogação, tenho medo de ser mulher, tenho medo de ser no futuro, uma pedra, tenho medo de não ser ninguém, tenho medo de ser, tenho medo de existir, tenho medo do futuro, mas de ti, DE TI NÃO TENHO MEDO....
segunda-feira, 26 de março de 2012
:)
Sorri, estou aqui, não vai acontecer nada, eu não deixo, eu não quero que aconteça nada, eu não quero ver-te chorar, não quero que te deixes cair, não quero. Sorri, tudo se tornará melhor, pode não desaparecer, mas tudo se tornará mais fácil.
Não vou embora, estarei sempre, esperando ansiosamente uma palavra tua. Eu sei, tudo é tão difícil, que dói, já passei por isso, eu sei que custa, eu sei que qualquer sofrimento doí, mas grita, reclama, que ele sairá e para mais, eu estou aqui, não vou deixar, que esse fogo que te prende a alma, continue, eu vou apaga-lo.
Eu sou a água que necessitas para a pureza da alma, pois eu, também já passei por isso, já fui fogo como tu, e tu, também foste a água que limpaste a minha alma.
Eu sei, estás no meio do labirinto, não sabes para onde ir, é confuso qualquer caminho. Vai em frente, segue para onde o teu instinto te leva, porque seja qual for a estrada, eu estou aqui, de cabelos pretos, olhos castanhos, que nem uma índia deslocada, completamente inocente à tua espera, estarei aqui, como agora estou a teu lado, estarei aqui, mesmo depois de tudo o que se passar, estou aqui, para te ajudar, porque acima de tudo, sou eu que te vou ajudar.
Sorri e eu aparecerei, sorri, que eu aparecerei.
:)
sábado, 24 de março de 2012
Pode não dar para te ver, pode nem dar para te falar, mas não me podes deixar não te sentir, não podes deixar parar o meu coração agora....
É complicado voltar a dizer que já chega, quando o que quero é que nunca pare, não posso chorar por te ter, se isso for motivo para te perder...
Não me vou esquecer de ter visto a sorrir os teu olhos e ver os teus lábios a desfazerem-se com o beijo que te dei, não me posso deixar ir sem ver que valeu a pena estes e aqueles momentos que tivemos, não vou desperdiçar aquilo que estou amar ter. Ter bom coração e perdoar, faz-me acreditar que tudo contigo dá certo sem qualquer renuncia aos meus caprichos.
Ser rancoroso a escrever torna-me incapaz de gritar que sou invejosa por não te declarar o que me faz bem, mas sim importunar-te com o que me faz mal, eu sei, já percebi, não te posso ignorar, eu sei, tenho que ser eu, eu sei que não era isto que me tinha prometido, mas se for para te dar um sinal que quero estar contigo, então quebro todas as promessas, para me sentir realizada....sim estou a ser invejosa, sim só estou a pensar em mim, mas tu não és quem amo, tenho que ser invejosa, sim tenho que ser bastante invejosa, porque assim posso dizer e ser tudo aquilo que mereces para ti e assim, sou tudo o que quero para mim....
Ouvir o teus passos em minha direcção não os vou desperdiçar, nem que tenha que ser eu a ir a correr para os ter de volta, porque assim, serei eu, serei quem te fará feliz....
É complicado voltar a dizer que já chega, quando o que quero é que nunca pare, não posso chorar por te ter, se isso for motivo para te perder...
Não me vou esquecer de ter visto a sorrir os teu olhos e ver os teus lábios a desfazerem-se com o beijo que te dei, não me posso deixar ir sem ver que valeu a pena estes e aqueles momentos que tivemos, não vou desperdiçar aquilo que estou amar ter. Ter bom coração e perdoar, faz-me acreditar que tudo contigo dá certo sem qualquer renuncia aos meus caprichos.
Ser rancoroso a escrever torna-me incapaz de gritar que sou invejosa por não te declarar o que me faz bem, mas sim importunar-te com o que me faz mal, eu sei, já percebi, não te posso ignorar, eu sei, tenho que ser eu, eu sei que não era isto que me tinha prometido, mas se for para te dar um sinal que quero estar contigo, então quebro todas as promessas, para me sentir realizada....sim estou a ser invejosa, sim só estou a pensar em mim, mas tu não és quem amo, tenho que ser invejosa, sim tenho que ser bastante invejosa, porque assim posso dizer e ser tudo aquilo que mereces para ti e assim, sou tudo o que quero para mim....
Ouvir o teus passos em minha direcção não os vou desperdiçar, nem que tenha que ser eu a ir a correr para os ter de volta, porque assim, serei eu, serei quem te fará feliz....
domingo, 18 de março de 2012
Sangue é alma
Gritar a circulação de um corpo em movimento, faz amar, sofrer e mesmo ser livre. O homem nasceu para ser desprendido, dependendo do outro, o homem nasceu a chorar para o seu objectivo de vida ser a felicidade. Enterrar a tristeza, é típico de quem ignora, lutar contra ela, é típico de quem não tem medo de sofrer...
Escrevo nas entrelinhas de um caminho que no passado foi inundado de controvérsias e que no futuro espera um sorriso que constrói no presente.
Não me vou lamentar, não vou culpar ninguém por o que não tentei fazer, ou mesmo dizer para ser feliz, não vou lutar contra o mundo que me ajuda, não me vou vingar do amigo, não vou ser a bruxa para os príncipes e Cinderelas que tanto me fazem venturosa.
Ser, ser-humano é um dom dado por nossos pais, é o esforço que fazem para nós vivermos, e nós? Nós simplesmente não agradecemos, nós simplesmente choramos, nós não nos arrependemos, nós só lastimamos.
O coração é sangue, a alma é sentimento e tudo nela é sofrimento. Levamos-la para Lá, com todo o sofrimento e mesmo alegria que o ser-humano transporta, que todo o ser-humano carrega como cruz, até ser crucificado para a eterna paz.
Escrevo nas entrelinhas de um caminho que no passado foi inundado de controvérsias e que no futuro espera um sorriso que constrói no presente.
Não me vou lamentar, não vou culpar ninguém por o que não tentei fazer, ou mesmo dizer para ser feliz, não vou lutar contra o mundo que me ajuda, não me vou vingar do amigo, não vou ser a bruxa para os príncipes e Cinderelas que tanto me fazem venturosa.
Ser, ser-humano é um dom dado por nossos pais, é o esforço que fazem para nós vivermos, e nós? Nós simplesmente não agradecemos, nós simplesmente choramos, nós não nos arrependemos, nós só lastimamos.
O coração é sangue, a alma é sentimento e tudo nela é sofrimento. Levamos-la para Lá, com todo o sofrimento e mesmo alegria que o ser-humano transporta, que todo o ser-humano carrega como cruz, até ser crucificado para a eterna paz.
sábado, 10 de março de 2012
Sou eu, não Tu...
Se isto é tudo uma maneira de te ignorar, então eu ignoro-te, se isto é uma maneira de ser importante, então eu sou importante.
Tu podes estar a dizer que vais desistir para ver se eu cedo, mas desculpa, isso não vai acontecer, eu já o fiz muitas vezes, e não vou estar simplesmente a faze-lo para sermos infelizes. Nós somos felicidade, se tentarmos acabar com ela, vamos só acabar com o grande amor que temos um pelo outro…
Ser feliz a teu lado não precisa de nenhuma marca a dizer que nos pertencemos, porque o meu coração luta pelo teu, por isso, prefiro lutar, do que acabar por desperdiçar o que sinto por ti. Eu estou a dar mais valor ao que sinto por ti, do que ao futuro de uma união, eu sinto-me feliz por ver o teu sorriso, não por te ter que beijar cada vez que te veja, eu fico feliz pelo esforço que fazes para estar comigo, não a obrigação de termos que estar juntos…
Eu não me entrego, por medo que se começar, que acabe, eu só não me declaro e me deixo dançar ao teu beijo porque tenho medo que a música deixe de tocar e eu, já não possa mais dançar…
Tenho medo do amor, não percebes? Tenho medo de cair num erro! Tenho medo que não te apaixones por mim.
Eu sou sensível de mais para sofrer, eu não consigo maquilhar a felicidade com um simples sorriso, não consigo ficar feliz por te ver feliz com a minha tristeza, não consigo imaginar-me, tu a gozar com o que sinto por ti, não consigo ver-te a pintar um quadro, em que tu sejas o diabo e eu o anjo…. Não consigo ir para o purgatório e ser julgada num teatro de dois apaixonados…
Sou eu quem vai ser o vinho tinto e não o copo, vou ser eu quem te vai fazer rastejar, és tu quem vai lutar por mim e não eu, não me vou a andar a esfolar para andar a descobrir o que sentes por mim, não vou.
Vou ser eu quem põe os três pontinhos…sou eu quem vai decidir tudo desta vez… não tu…
Meras Palavras
Estou com inspiração para despejar umas meras palavras sobre o que não vai acontecer, o que eu nunca mais deixarei tocar-me…
Não vou colocar mais corações onde sei que estão partidos, não vou dizer que Amo, quando na verdade não passa da certeza que te quero fora da minha vida…
Nunca mais vou colocar uma carinha triste, quando sei que nem sequer estás interessado em saber o que estou a sentir, nunca mais vou olhar para a tua cara quando me magoares a primeira vez, já o fiz demasiadas vezes e só me magoei mais.
A magia que sei não existir, não vou deixar simplesmente continuar a acontecer, não vou tentar mais que o circo agite, quando nem mesmo o palhaço faz rir…
Não vou mais cantar uma música que nem eu percebo o seu ritmo, não vou mais tentar ser completamente maluca por uma banda que nem sequer gosto, não vou mais seguir as palavras erradas, não vou morrer deitada na lama que me cavaram e eu deixei escorregar…
Não vou mais ser um animal mal tratado que tem de ser um cachorrinho com medo e abandonado à procura de dono…
Agora vou ser feliz quando tu me magoares, vou mesmo pintar na tua cara que sou feliz, fazendo-te do patrão escorraçado e eu o empregado vitorioso…
Vou inspirar-me no bem de ser espontânea e não na vida que tu tentaste acabar…
Vou cantar que sei que nunca fui infeliz, porque houve sempre alguém que me fez rir, nem que mais não seja por concordar como que eu digo. Vou ser quem vai por a fantasia de Carnaval e brincar com a mascara que tu puseste para tentar brincar comigo…
Vou ser feliz e tu nem ninguém me vão impedir, e se não estiver um bocadinho feliz, invento felicidade, nem que mais não seja na felicidade dos outros…
segunda-feira, 5 de março de 2012
Tu, Como Eu...Eu, Como Tu...
Tu, como eu, tentaste mostrar a felicidade que não tinhas, eu sei, podes nega-lo, mas eu sei que tu, tal como eu, estas a sofrer, tenho a certeza. Choraste como eu, riste como eu, transpareceste aquilo que és, mas que não sentes. Elucidas-te para aquilo que não querias, tu mudaste, para não mostrar que estas a sofrer.
Eu, como tu, vinguei-me naquilo que sinto, escrevi, para não dizer, quis levantar, mas não consegui, queria correr para ti, mas simplesmente me afastei...
O tempo passa, o coração magoa mais, o tempo passa e o coração cada vez custa mais a funcionar, só de olhar para ti, eu parece que ia morrer, só de ouvir o teu nome, rebentava-me uma lágrima e, foi assim, durante todo o dia, tentando as aparências, porque o corpo já não se aguentava, só mesmo a falsidade e a mentira, é que me levavam a estar em pé, só mesmo "elas", é que me aguentavam.
Eu hoje, simplesmente sobrevivi à alma do Diabo, simplesmente deixei-me ir pelo pecado.
Agora estou assim, porque estou aqui isolada, posso dizer, falar, escrever e chorar o que quiser, porque ninguém e principalmente tu, não estão a ver.
Cada música que passa, ainda me faz mais chorar, ainda mais me faz voar a ti, ainda mais faz querer voltar ao tudo do antes; antes, quando não ficaste assim, perdido; antes, quando sabia que tudo podia ser perfeito; antes, quando gritava pelo teu nome e, ali estavas tu. Antes, quando me fizeste acreditar que era verdade.
Sê meu, só mais um dia, sê meu, só mais um dia. Porque é que não és só meu, um dia? Porquê a tua confusão?
Eu quero-te! Qual o medo? Sou eu, não sou outra, vou-te fazer feliz! Sou eu!
Fica, senta-te, lê isto e diz-me um motivo, só um, para isto não ser perfeito: O que sinto por ti e tu por mim, tem algum defeito?
Pensa, pensa...não tem...o único defeito é tu não quereres estar comigo...
Eu, como tu, vinguei-me naquilo que sinto, escrevi, para não dizer, quis levantar, mas não consegui, queria correr para ti, mas simplesmente me afastei...
O tempo passa, o coração magoa mais, o tempo passa e o coração cada vez custa mais a funcionar, só de olhar para ti, eu parece que ia morrer, só de ouvir o teu nome, rebentava-me uma lágrima e, foi assim, durante todo o dia, tentando as aparências, porque o corpo já não se aguentava, só mesmo a falsidade e a mentira, é que me levavam a estar em pé, só mesmo "elas", é que me aguentavam.
Eu hoje, simplesmente sobrevivi à alma do Diabo, simplesmente deixei-me ir pelo pecado.
Agora estou assim, porque estou aqui isolada, posso dizer, falar, escrever e chorar o que quiser, porque ninguém e principalmente tu, não estão a ver.
Cada música que passa, ainda me faz mais chorar, ainda mais me faz voar a ti, ainda mais faz querer voltar ao tudo do antes; antes, quando não ficaste assim, perdido; antes, quando sabia que tudo podia ser perfeito; antes, quando gritava pelo teu nome e, ali estavas tu. Antes, quando me fizeste acreditar que era verdade.
Sê meu, só mais um dia, sê meu, só mais um dia. Porque é que não és só meu, um dia? Porquê a tua confusão?
Eu quero-te! Qual o medo? Sou eu, não sou outra, vou-te fazer feliz! Sou eu!
Fica, senta-te, lê isto e diz-me um motivo, só um, para isto não ser perfeito: O que sinto por ti e tu por mim, tem algum defeito?
Pensa, pensa...não tem...o único defeito é tu não quereres estar comigo...
Olho....
Olho pela janela e vejo-te voar, bem longe, a ir correr para aquele coração, que devia ser o meu.
Abro a porta e tento correr até a ti, mas é impossível, porque tu já desapareceste e, neste momento, estás a correr para outro coração, que devia de ser o meu.
Passeio no jardim e, encontro-te, sentado com outro coração, que devia ser o meu. Fujo, tentando procurar outro amor, mas nenhum outro me faz voar, nenhum outro me faz correr, nenhum outro me faz procurar no jardim o teu cheiro em alguma flor, em algum lugar.
Tento fechar o meu coração, tento não deixar ver o sol, porque sempre que o olho, revejo-me contigo naquele dia, naquele momento, sonhando que tu tinhas descoberto o meu coração, que tinhas voado, corrido e mesmo me cheirado nas flores daquele jardim...nem mesmo o cheiro do meu cabelo tu reconheces, nem mesmo os meus olhos consegues ver, nem mesmo se existo, tu simplesmente não consegues ver...
Abro a porta e tento correr até a ti, mas é impossível, porque tu já desapareceste e, neste momento, estás a correr para outro coração, que devia de ser o meu.
Passeio no jardim e, encontro-te, sentado com outro coração, que devia ser o meu. Fujo, tentando procurar outro amor, mas nenhum outro me faz voar, nenhum outro me faz correr, nenhum outro me faz procurar no jardim o teu cheiro em alguma flor, em algum lugar.
Tento fechar o meu coração, tento não deixar ver o sol, porque sempre que o olho, revejo-me contigo naquele dia, naquele momento, sonhando que tu tinhas descoberto o meu coração, que tinhas voado, corrido e mesmo me cheirado nas flores daquele jardim...nem mesmo o cheiro do meu cabelo tu reconheces, nem mesmo os meus olhos consegues ver, nem mesmo se existo, tu simplesmente não consegues ver...
Fuga...
Quero ir contigo para o paraíso, quero simplesmente o sítio onde estamos, porque estamos tão perto da perfeição...
Aqui posso dizer o quanto te adoro, o quanto te quero, o quanto me fazes bem, o quanto és especial...
Aqui! Não é preciso mais. Porque já és demasiado perfeito para mim, o que temos é demasiado perfeito, não consigo descrever o perfeito que és e o perfeito que é estar contigo!
Todo o minuto que cruzo o olhar contigo, é um pequeno passo que dou ao paraíso...
Não quero a praia, com a água azul, não quero Veneza e os barcos românticos, não quero o céu e as nuvens, não quero asas, não quero voar, porque o que eu quero, na verdade, és tu. O que me completa és tu, o que me perfuma és tu, tudo o que me rodeia és tu...
Foge comigo, foge simplesmente por mim, quero fugir contigo para te sentir, para te beijar, para te tocar, para te deslumbrar, para te sorrir, para te ver. Só um bocadinho contigo já me chega, é como o sempre, é como todo o tempo do mundo, é como se nunca acabasse, é contigo...
Aqui posso dizer o quanto te adoro, o quanto te quero, o quanto me fazes bem, o quanto és especial...
Aqui! Não é preciso mais. Porque já és demasiado perfeito para mim, o que temos é demasiado perfeito, não consigo descrever o perfeito que és e o perfeito que é estar contigo!
Todo o minuto que cruzo o olhar contigo, é um pequeno passo que dou ao paraíso...
Não quero a praia, com a água azul, não quero Veneza e os barcos românticos, não quero o céu e as nuvens, não quero asas, não quero voar, porque o que eu quero, na verdade, és tu. O que me completa és tu, o que me perfuma és tu, tudo o que me rodeia és tu...
Foge comigo, foge simplesmente por mim, quero fugir contigo para te sentir, para te beijar, para te tocar, para te deslumbrar, para te sorrir, para te ver. Só um bocadinho contigo já me chega, é como o sempre, é como todo o tempo do mundo, é como se nunca acabasse, é contigo...
domingo, 4 de março de 2012
Procuro...
Na cama, aqui, remexendo-me como uma hipocondríaca agitada, à espera da resposta, sem saber se há mesmo explicação.
Tento falar Contigo, fazendo promessas impossíveis, tentando perceber se é correcto continuar (por muito estranho que pareça, a promessa fica completamente perto da resposta, continuar, mas eu não quero acreditar que TU estejas a dizer para continuar a sofrer).
Pareço aos olhos de quem não vê, uma completa doente, mas na verdade a minha única doença é tristeza. Infelicidade completa e incompleta, angustia acabada e começada, é na verdade, a não resposta para a solução.
Será que é demasiado abuso querer perguntar o porquê de eu atrair esta preenchida e inacabada vida, transposta com desgosto? Será que sou eu que não dá valor ao certo? Ou tenho sorte, mas não quero agarra-la?
Tudo descai no meu quarto, na minha cama, nas minhas paredes coloridas, pintadas pela vida de quem soou e, tentando, por um mero minuto, saber ao som daquela música, que não te vou deixar ir e querendo que vás, querendo amar-te e, querendo ainda mais que me ames, querendo-te e ainda mais que me queiras, mas ao mesmo tempo que não me ames e que não me queiras. Indo sozinho, sem chorar, mas derramando a lágrima. Saíres da minha vida a querer pertencer-me.
Na vida vejo os problemas como um desastre e como algo completamente sem resolução, sabendo mesmo que a solução existe. Não percebo o porquê de ser assim e, o porquê de simplesmente não seguir em frente.
Eu olho para as pessoas à minha volta tristes e não podendo fazer nada, porque eu, tal como elas, estou triste e, somente ia tornar aquele pequeno momento num completo buraco negro, que ia sugar as estrelas que tanto brilham...
Tento falar Contigo, fazendo promessas impossíveis, tentando perceber se é correcto continuar (por muito estranho que pareça, a promessa fica completamente perto da resposta, continuar, mas eu não quero acreditar que TU estejas a dizer para continuar a sofrer).
Pareço aos olhos de quem não vê, uma completa doente, mas na verdade a minha única doença é tristeza. Infelicidade completa e incompleta, angustia acabada e começada, é na verdade, a não resposta para a solução.
Será que é demasiado abuso querer perguntar o porquê de eu atrair esta preenchida e inacabada vida, transposta com desgosto? Será que sou eu que não dá valor ao certo? Ou tenho sorte, mas não quero agarra-la?
Tudo descai no meu quarto, na minha cama, nas minhas paredes coloridas, pintadas pela vida de quem soou e, tentando, por um mero minuto, saber ao som daquela música, que não te vou deixar ir e querendo que vás, querendo amar-te e, querendo ainda mais que me ames, querendo-te e ainda mais que me queiras, mas ao mesmo tempo que não me ames e que não me queiras. Indo sozinho, sem chorar, mas derramando a lágrima. Saíres da minha vida a querer pertencer-me.
Na vida vejo os problemas como um desastre e como algo completamente sem resolução, sabendo mesmo que a solução existe. Não percebo o porquê de ser assim e, o porquê de simplesmente não seguir em frente.
Eu olho para as pessoas à minha volta tristes e não podendo fazer nada, porque eu, tal como elas, estou triste e, somente ia tornar aquele pequeno momento num completo buraco negro, que ia sugar as estrelas que tanto brilham...
sexta-feira, 2 de março de 2012
Sonha em sintonia comigo, se me queres fazer feliz!!
Conquista-me, porque eu não me sinto conquistada, apaixona-me, porque eu ainda não me sinto apaixonada, enlouquece-me, porque eu ainda não enlouqueci…
Não sei! Posso não estar a dizer as palavras correctas, mas tu ainda não movimentaste o meu corpo, a mente e o meu coração, para o mesmo fim, ainda não fizeste com que o meu coração se tornasse completamente descontrolado, ainda não fizeste com que eu parasse no tempo, ainda não fizeste recordar o beijo…
Beija-me, porque eu ainda não fui beijada, recorda-me, porque eu ainda não fui recordada, venera-me, porque eu ainda não me sinto a tua princesa, além disso não tenho a coroa e o príncipe encantado que tu necessitas ser…
Diz, acentuado e com notas graves que me amas, que me queres e que te estou a fazer feliz, porque ainda não me amas, não me queres e eu ainda não te faço feliz…
Mergulha comigo nas profundidades do amor, vamos nadar no silêncio dos nossos corações apaixonados. Vamos descobrir ATLANTIDA e torna-la a nossa cidade, vamos viver com os peixes e transformarmo-nos na Ariel e o Príncipe Eric. Vamos viver um conto de fadas, vamos viver os dois, o real amor em fantasia. Vamo-nos deixar envolver pela frescura de uma manhã, em que só os dois vimos nascer o sol, encaminhando-nos só os dois, para o rebentar da Lua, das árvores e plantas. Só nós os dois vamos viver o real amor, pensando ser fantasia…
Olha para os meus olhos, ainda não conseguiste ver a sua profundidade, pois, porque esta profundidade, não te quer mostrar, que quer ser feliz contigo e que se quer apaixonar, que se quer envolver, que ser conquistar...
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
É de mim, ou a caneta e o papel já não têm sentido, é de mim, ou agora estou a soltar tudo, é de mim, ou o passado ainda têm tendência em me espancar, que eu saiba é passado e agradecia que se mantivesse no passado, nem sequer devia ter a intenção de me querer importunar mais, porque já padeci muito com ele e só o futuro é que me pode fazer feliz…
É de mim, ou nem a bomba me faz respirar normalmente, é de mim, ou descubro tudo completamente estranho à minha volta, mostra que não conheço ninguém e esses ninguéns, questionam se ando estranha, porque é que estou triste, mas nem eu lhes sei dar uma resposta, porque nem eu sei o que se passa…
Estou completamente faminta pela felicidade, embriagada por um sorriso, estudiosa pela minha vida, completamente hierarquizada com a tristeza.
Já não quero saber de umas calças, ou de uma camisola, já não quero saber de dormir, ou acordar, já não quero saber de ti, nem de mim…eu sei, não me devia estar a deixar partir aos poucos, porque não sou nenhum vidro. Eu sou músculos, veias, sangue, glóbulos, ossos, pele, pelos, olhos, boca, cabelo, cara, pernas, pés, braços, mãos, dedos, unhas. Sou formada, por um coração, pulmões, rins, ovários, estomago, fígado, bexiga, uretra e reto. Eu sou um ser humano, não tenho que me deixar cair, não tenho que ser assim, eu não era assim, eu era uma pessoa que sofria, mas sempre com um sorriso na cara, mas esse sorriso, já não é o mesmo, já não sorrio, de maneira a mostrar que estou bem, agora o sorriso é um sorriso, não entusiasma ninguém, já não faz rir ninguém…
Os meus olhos, são a mais autentica forma de dor, mostro a tristeza através deles, vês agora que estão secos, estão cegos, estão completamente entregues à cegueira, queria tanto que eles te deslumbrassem, eles vêem-te mas já não se deslumbram, eu sei o belo que tu és, eu sei que és maravilhoso, mas estou tão cansada de mim, que os meus olhos esquecem-se de ti, esquecem-se de te deslumbrar…
Eu prometo que vou voltar a ser eu, eu prometo que te vou voltar a fascinar, mas agora deixa-me no meu pequeno mundo a verter a escuridão, porque eu tenho a certeza que vai voltar a aparecer o sol, as estrelas, o sorriso…
Desculpa, estou a sofrer, desculpa, deixei-me cair, desculpa, estou cansada, desculpa... mas vai passar…obrigado, pelo teu esforço por ver um sorriso, obrigado pela tua preocupação, obrigado …
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
A Sério...
Podia até fazer um poema bonito a mostrar o quanto gosto de ti, podia fazer uma serenata, mas não ia servir de nada, porque na verdade não te quero, não consigo imaginar-me contigo como imaginava, tu tornaste os meus sonhos num pesadelo, tu tornaste os cravos em rosas cheias de espinho, tornaste mesmo o amor em ódio…posso dizer que te amo, mas sei que não vai suar da mesma maneira, sinceramente quando disse que te amava suava a mentira porque eu ainda não te amava e acho que isso, nunca poderia acontecer, até mesmo o meu coração o sabia…
Tentei perceber-te, tentei mesmo acreditar em coisas que sabia, serem mentira, tentei parar-te, tentei que tu nunca o dissesses, mas tu insististe e disseste que sim, eu sabia, eu sabia que tu a querias. Tentei que o piano parasse de tocar, porque estava a começar a tocar-me, as notas estavam a começar a entrar, eu estava a começar a voar com as tuas palavras, estava já a sonhar com elas…Ouço ainda as palavras, ouço ainda o piano a tocar, ouço-te ainda a declarar-te, a fazer-me tudo o que fizeste…
Respiro fundo o passado. Ergo a estátua das tuas palavras, ouço o discurso da mentira, os aplausos da ironia, o museu das lagrimas, os turistas que contrataste, o álcool da vida que desperdicei contigo e a tesoura com a fita do fim…
Está tudo pronto para te dizer que tu já foste embora, o carro e o chofer também já estão prontos, já podes seguir viagem para outra mulher, já está pronto o almoço das boas vindas da tua próxima escolha, já podes voltar a chorar o teu perdão noutro coração, porque este já fechou as portas e está a dar uma festa de boas vindas a quem já tem, porque esses sim merecem, esses já cá estavam antes de vires, estes já fizeram mais que tu, estes já lhe puseram mais vezes a rir, que tu a chorar…
Estou a dançar ao som da música que tu me puseste a chorar, estou-me a rir, pelo mal que me trataste, estou a gozar com bem que me fizeste.
Estou-me a divertir com o filme que me fizeste passar, é uma óptima comédia, devias ganhar um óscar do melhor realizador, a sério! Está mesmo muito bom, amei. Principalmente das mentiras e da maneira como me tratava, a sério! Está espectacular o filme, devia era ter tido pipocas, porque assim tirou a parte doce ao filme…
Tenho a percepção que falta uma pitada de um pedido de desculpas, ainda não pediste desculpas suficientes, porque, sabes, continuas a fazer asneiras e continuas a magoar-me, ainda continuas a insistir, mas ao menos agora não dizes que me Amas ou me Adoras agora é só gosto muito de ti, pois mas a parte de me continuares a tratar mal, essa ainda não mudou, continuas a tratar-me mal da mesma maneira.
Ainda não me pediste desculpas suficientes, pelo bem e pelo mal, pela saúde que me tiraste, pela alegria e a tristeza, todos os dias, desde que te conheci…
Obrigado pelas horas de sono que me tiraste, obrigado pelo esforço que já não faço para tirar boas notas, obrigado pelo choro que não merecias, obrigado por não me devolveres as coisas, obrigado por me fazeres andar atrás de ti, obrigado por me fazeres ser a pessoa mais triste do mundo, a sério quero-te agradecer mesmo muito, já não tenho mais por onde te agradecer, porque o mal que me fizeste é tão grande que são necessários muitos obrigados…
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Apenas tu...
Pode parecer estranho, mas com ela eu sei que posso chorar, posso até rir, que ela me vai criticar na mesma…
Eu sei que se eu deitar uma lágrima vai dizer que estou a ser parva, porque não merecem as minhas lágrimas, eu sei que se me estiver a rir freneticamente à frente de alguém para me mostrar, eu sei que me vai criticar e dizer que está errado, que na verdade não tenho que impressionar ninguém, porque se gostar de verdade, não vou ter que mostrar aquilo que não sou…
Eu sei, que mesmo que na maioria das vezes não lhe dê ouvidos, vai tentar parar, como um polícia numa operação stop, para calcular o estado de alcoolémia no sangue.
Pode parecer horrível o que faço aos olhos dela, mas é sempre quem me corrige, porque sabe que não sou assim, ela conhece-me melhor que eu.
Sabe que sempre que faço alguma coisa, vou tentar lutar, mas também que venho sempre ter com ela a implorar ajuda porque me apercebi que ela estava correta e que eu caí, mais uma vez e tentei lutar por uma coisa, para somente mostrar que estava correcta.
Ela é irresistivelmente correcta, por mais que tente mostrar que vai ser tudo diferente, acabo por me magoar e voltar sempre a assumir que esta correcta e que não valia a pena o esforço.
Nós somos assim uma com a outra, é assim que tudo corre bem, é assim que nos conseguimos compreender, é assim que nos ajudamos…eu sou mais do tipo de apoiar, seja qual for a decisão e ela do tipo de, me proibir de o fazer.
Ela é mais forte que eu, por mais que tente ter a força dela para lutar, não dá, ela é 100 vezes mais forte e por isso, consegue não sofrer, porque não se deixa levar tão facilmente, como eu, ela é de uma maneira estranha melhor que eu, consegue sempre desvendar um defeito de alguém, enquanto eu, por estranho que pareça consigo desvendar as qualidades!
Somos dois opostos que se completam, somos pessoas com habilitações completamente diferentes e que nos conseguimos conduzir uma à outra, moldamo-nos às nossas personalidades, como o mármore, se consegue tornar numa escultura tão bela e pormenorizada…
Apenas consegue ser aquilo que eu não consigo ser e nunca serei…
Sem demais, consegue concretizar aquilo que eu nunca concretizarei, deveras deseja aquilo que eu não desejo, ajuda-me naquilo que eu próprio escavo, ergue aquilo que eu deixei morrer…. Sou capaz de estar a desfazer-me e ela ser a única pessoa deste mundo a voltar a moldar (eu sei que é uma estudante de artes, mas acho que nem todos tinham a capacidade de moldar tão bem)
Ela consegue tornar um copo meio cheio num copo meio vazio, enquanto eu faço exactamente o contrário. Ela é capaz de tornar um tornado, num simples vento, consegue tornar um incêndio numa simples fogueira, uma inundação num pequeno lago. Tudo o que eu pense ser um desastre, ela consegue transformar num pequeno acidente de passagem…
Eu sou alguém por ti, sou considerada uma pessoa por causa de ti…
Lança Melodia, Lança Notas, Toca Para Mim...
Ouço uma guitarra a tocar e apetece-me levantar e ir a correr até à rua e dizer, que já não quero saber de nada, mesmo que nada me saía da cabeça. Tudo continua a passar, como um filme que insiste em ser revisto e revivido, e mesmo, chorado. Tudo simplesmente não desaparece, ainda complica e ainda me dá mais vontade de desfalecer e ficar imóvel, simplesmente ser uma criança que só tem a memória da mãe, do pai, dos avos e mais nada, e simplesmente sorri só por ver seus pais.
Ouço uma bateria, e o ritmo só me faz querer pular e reagir com tudo, só me faz bater pé e ganhar coragem para tudo, tudo o que está na cabeça para ser dito, mas não consigo, a mente não deixa, porque pensa nas consequências e nunca são agradáveis, neste momento, só me apetece levantar, correr e fazer desaparecer quem me faz mal, quem me quer mal…
Ouço o vocalista e ele sim, é o esplendor da minha voz, é as palavras que quero dizer, é o agressor que quero ser, é o actor que eu quero representar, ele é a magia da música que me toca, é o choro que eu tenho que derramar…
A música em si, dá voz ao sofrimento, à alegria, à tristeza, à maluqueira, ao ódio, à verdade e à mentira. A música é a nota do coração, é o dó ré mi fá e o só lá si dó da minha vida…
A música é capaz de transformar, me fazer dançar ao seu ritmo, à sua voz, à sua intimidade, é a única que dá coragem para falar, não por mim, mas falar por tudo o que não posso dizer, é a chave para revolução do meu corpo.
A música para mim, é como o mar para os peixes, morrem sem ela e eu podia não morrer, mas a minha vida era como se não existisse, é como se não tivesse coragem para me exprimir, era um castigo que me davam, sem a música, de certeza que ia, mais rapidamente deixar-me ser triste, mais rapidamente morta, imóvel, intacta, ia parecer uma escultura completamente degradada e que se começava a transformar em pó…
Toca para mim, toca com guitarra, toca com bateria, canta, dança, representa, mas lança melodia, lança notas juntas, lança notas graves e agudas, mas lança melodia, podes até fazer um poema, podes até não fazer, podes recitar palavras, ou até não, mas lança melodia, lança notas, porque assim eu sou harmonia, sou um ser, sou eu…
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Pausa
(vou fazer uma pausa no história)
Quero parar, para ver o mundo à minha volta, a andar, correr, ver o que os olhos ainda não tiveram tempo para ver...estou certa de que uma coisa que eu ainda não vi hoje, foste tu, ainda não tive tempo de parar e olhar para ti, olhar e ver, se estas a rir, a chorar, a jogar, a apreciar, ou se, me estas a seguir com o olhar. Ainda não tive tempo, para pensar, eu hoje ainda não pensei, ainda não fiz nada de concreto, por isso tenho que parar, desligar o rádio, tenho que mudar de estação...100.0...tu, já esta, está na estação João, já estou a pensar em ti, já te estou a ver, não sei o que fazes, mas estou-te a ver, de certa maneira, estas a pensar em mim, de alguma maneira, estas a mirar-me, de alguma maneira apetece-te chorar, eu sei, não é preciso, estou aqui, já podes dizer que me amas e que me queres tanto, já me podes voltar a dizer para me afastar, já me podes dizer que não me queres fazer sofrer, que eu não te mereço, já me podes dizer adeus, por uns dias, já podes....Responde, ainda não respondeste, Ola...
Hoje está sol, estou a olhar-te e tu ainda não reparaste, estou feliz e tu ainda não reparaste...
Reparo em tudo o que fazes, o que o mundo à minha volta faz e, não sei porquê, tu és o único que ainda aqui esta, és o único que ainda esta aqui comigo...estou a ficar com medo, não quero que me fales, não quero que venhas ter comigo, quero que te vás embora, não estou preparada para te encarar, tenho medo do que me vens dizer, por isso, apenas desaparece, sai, não te quero ver aqui sem ninguém, porque é que ainda não foste embora? Porque é que te estas a aproximar cada vez mais? Prefiro que nos mantenhamos afastados, porque assim não nos temos que afastar mais, assim esta bom, não quero que te aproximes, se depois te vais embora, prefiro que fiques aí onde estas...estas bem ai, NÃO, NÃO VENHAS, não digas mais essa palavra, não digas mais AMO-TE, não digas mais QUERO-TE TANTO, não digas...
Diz, diz que te levo à loucura, diz que te faço sentir tão bem, diz que sou perfeita, diz que sou tua, diz que a minha vida te pertence, diz que sou a tua princesa, diz, mas aí, aí onde estas, não te quero mais perto, nem mais longe, quero-te aí, porque aí estas perfeito, estas perfeito para mim, TU ÉS PERFEITO, mas ainda não sabes é como encontrar essa perfeição em meu beneficio...ainda não sabes...
Quero parar, para ver o mundo à minha volta, a andar, correr, ver o que os olhos ainda não tiveram tempo para ver...estou certa de que uma coisa que eu ainda não vi hoje, foste tu, ainda não tive tempo de parar e olhar para ti, olhar e ver, se estas a rir, a chorar, a jogar, a apreciar, ou se, me estas a seguir com o olhar. Ainda não tive tempo, para pensar, eu hoje ainda não pensei, ainda não fiz nada de concreto, por isso tenho que parar, desligar o rádio, tenho que mudar de estação...100.0...tu, já esta, está na estação João, já estou a pensar em ti, já te estou a ver, não sei o que fazes, mas estou-te a ver, de certa maneira, estas a pensar em mim, de alguma maneira, estas a mirar-me, de alguma maneira apetece-te chorar, eu sei, não é preciso, estou aqui, já podes dizer que me amas e que me queres tanto, já me podes voltar a dizer para me afastar, já me podes dizer que não me queres fazer sofrer, que eu não te mereço, já me podes dizer adeus, por uns dias, já podes....Responde, ainda não respondeste, Ola...
Hoje está sol, estou a olhar-te e tu ainda não reparaste, estou feliz e tu ainda não reparaste...
Reparo em tudo o que fazes, o que o mundo à minha volta faz e, não sei porquê, tu és o único que ainda aqui esta, és o único que ainda esta aqui comigo...estou a ficar com medo, não quero que me fales, não quero que venhas ter comigo, quero que te vás embora, não estou preparada para te encarar, tenho medo do que me vens dizer, por isso, apenas desaparece, sai, não te quero ver aqui sem ninguém, porque é que ainda não foste embora? Porque é que te estas a aproximar cada vez mais? Prefiro que nos mantenhamos afastados, porque assim não nos temos que afastar mais, assim esta bom, não quero que te aproximes, se depois te vais embora, prefiro que fiques aí onde estas...estas bem ai, NÃO, NÃO VENHAS, não digas mais essa palavra, não digas mais AMO-TE, não digas mais QUERO-TE TANTO, não digas...
Diz, diz que te levo à loucura, diz que te faço sentir tão bem, diz que sou perfeita, diz que sou tua, diz que a minha vida te pertence, diz que sou a tua princesa, diz, mas aí, aí onde estas, não te quero mais perto, nem mais longe, quero-te aí, porque aí estas perfeito, estas perfeito para mim, TU ÉS PERFEITO, mas ainda não sabes é como encontrar essa perfeição em meu beneficio...ainda não sabes...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
História
Era uma vez, uma graciosa menina, menina com um sorriso estranho e de quem não sorria para quem via, sorria sim para quem merecia, esta menina, de olhos castanhos muito escuros, muito brilhantes, uns olhos solitários.
O mais defeituoso, era o seu nariz, bastante exagerado e pouco esbelto.
Não era uma menina muito bonita, mas era uma menina graciosa, simples e que gostava de se apaixonar....Mónica era seu nome, bastante simples, o nome soava a rebeldia, mas na verdade uma rebeldia inocente...
Mónica amava um rapaz, que para ela era um paraíso, um local, que quando se entrava, nunca mais de la queria sair, ela sonhava todas as noites poder encontra-lo na sua vida, e ele encontra-la a ela, Mónica amava-o, como uma adolescente consegue amar um outro adolescente, intensamente e desesperadamente, por o conseguir, ela não sabia como esquece-lo, mas também como conquista-lo. Andava sempre isolada, nos seus pensamentos, tinha muitos amigos, mas era nele que pensava...
Por mais que tentasse, que ele saísse da sua vida, por mais conselhos que lhe dessem, não resultava, ainda a fazia ama-lo mais, ainda fazia querer-lo mais.
Indiscreta no seu espaço, Mónica pensava. Pensava como haveria de pensar nele, como ama-lo de outra maneira e não aquela, como se declarar, como lhe mostrar que o queria. Mónica pensava em tudo o que a fazia gostar dele, o que a tinha feito apaixonar-se, como é que ela se tinha apaixonado por ele, o porquê de se ter apaixonado por ele.
Por mais que tentasse concentrar-se no mundo que a rodeava, não conseguia desligar-se do que sentia.
...
-Mónica
O mais defeituoso, era o seu nariz, bastante exagerado e pouco esbelto.
Não era uma menina muito bonita, mas era uma menina graciosa, simples e que gostava de se apaixonar....Mónica era seu nome, bastante simples, o nome soava a rebeldia, mas na verdade uma rebeldia inocente...
Mónica amava um rapaz, que para ela era um paraíso, um local, que quando se entrava, nunca mais de la queria sair, ela sonhava todas as noites poder encontra-lo na sua vida, e ele encontra-la a ela, Mónica amava-o, como uma adolescente consegue amar um outro adolescente, intensamente e desesperadamente, por o conseguir, ela não sabia como esquece-lo, mas também como conquista-lo. Andava sempre isolada, nos seus pensamentos, tinha muitos amigos, mas era nele que pensava...
Por mais que tentasse, que ele saísse da sua vida, por mais conselhos que lhe dessem, não resultava, ainda a fazia ama-lo mais, ainda fazia querer-lo mais.
Indiscreta no seu espaço, Mónica pensava. Pensava como haveria de pensar nele, como ama-lo de outra maneira e não aquela, como se declarar, como lhe mostrar que o queria. Mónica pensava em tudo o que a fazia gostar dele, o que a tinha feito apaixonar-se, como é que ela se tinha apaixonado por ele, o porquê de se ter apaixonado por ele.
Por mais que tentasse concentrar-se no mundo que a rodeava, não conseguia desligar-se do que sentia.
...
Mónica pensava nele, sentada num banco de jardim, com os fones nos ouvidos a ouvir a música que a fazia lembrar dele. Estava vestida com calças brancas justas, que realçavam a sua perna e uma t-shirt às flores. Alheia a tudo, não reparou num estranho que ali se tinha sentado e a observara discretamente, discretamente para ela, porque quem la passa-se, notava que o estranho não conseguia desviar o olhar do seu corpo.
A música parou, Mónica olhou para o mundo que a rodeava, e viu quem estava a seu lado, não teve reacção, ficou simplesmente imóvel, sem dizer uma única palavra, só ouvindo a música que passava no MP3.
O estranho continuava a olha-la, cada vez mais e mais, e ela sem pronunciar uma única palavra acerca daquilo, quando, por mero azar acaba a pilha do MP3, ela não sabia o que fazer, e sem pensar, erguesse muito rapidamente, pega nas suas coisas e começa a andar….
-Não te vás embora…Sou o João. Reparei que estavas aqui sozinha e deu-me curiosidade, uma rapariga como tu aqui sentada, no seu mundo, só tive que me sentar…
-Desculpa, mas já esta a ficar tarde.
-Vá lá…
-Não poço.
- Pelo menos deixa-me levar-te a casa, prometo que não pronuncio uma palavra.
- Ok, pode ser…
- Antes de ires… eu não sei o teu nome, tu já sabes o meu, mas eu
ainda não sei o teu, como te vou levar a casa, ao menos diz-me quem é a rapariga que vou acompanhar!
ainda não sei o teu, como te vou levar a casa, ao menos diz-me quem é a rapariga que vou acompanhar!
-Mónica
…
Durante o caminho o rapaz não pronunciou uma palavra, tal como prometeu, mas não tirou os seus olhos dela, não desviava uma única vez o olhar, como se assim a rapariga chegasse a casa mais segura.
O rapaz entregou-a em casa e foi-se embora, enquanto o rapaz se afastava, Mónica apreciava-o, olhos azuis como o mar; estrutura media; via-se que estava a começar a entrar na puberdade, porque se estavam a começar a definir os seus peitorais; usava aparelho nos dentes.
Mónica não se foi embora, enquanto que o rapaz desaparecesse la no fundo, quando isso aconteceu, entrou em casa e fechou-se no quarto e lembrar-se daquele momento que sempre desejou ter e que nunca mais aparecia.
...
No seu quarto, Mónica sonhou com ele, sonhou que o tinha beijado, sonhou que ele e ela eram felizes para sempre, sonhou que tudo podia ser possível.
-Acorda Mónica!
Está um rapaz ali fora que quer falar contigo urgentemente!
Não o conheço, mas ele diz que é urgente, por isso despacha-te e vai à porta ver o que quer...
Mónica vestiu-se o mais rápido possível e foi à porta, o rapaz estava sentado de calças de ganga e uma camisola com capucho, levantou-se muito rapidamente e aproximou-se...
-Bom dia, desculpa estar a incomodar, mas hoje acordei desejoso de te ver.
-Bom dia, porque passa-se alguma coisa?
-Vem comigo....
-Para onde? Ainda não me disseste o porque de teres vindo! Passa-se alguma coisa?
- Não, não se passa, vem simplesmente comigo.
- Mas porquê eu?
-Não faças perguntas, anda, vem!
Pegou-lhe na mão e puxou-a, ela sentiu a mão dele e parece que ia explodir, tinha uma mão grande e bastante suave, tinha uma maneira de enrolar a mão nela que a fazia sentir segura.
-Vai com calma. Ai não consigo andar tão depressa...
-Desculpa
Ele largou-lhe a mão, cruzaram olhares e ficaram ali, a olhar-se a mirar-se por um mero segundo, que ambos não queriam que acabasse nunca.
-Ainda não me disseste para onde vamos.
-Para onde? Passa-se alguma coisa?
Nunca mais se falaram e Mónica segui sua vida com Bruno, seu novo e grande amor!
...
No seu quarto, Mónica sonhou com ele, sonhou que o tinha beijado, sonhou que ele e ela eram felizes para sempre, sonhou que tudo podia ser possível.
-Acorda Mónica!
Está um rapaz ali fora que quer falar contigo urgentemente!
Não o conheço, mas ele diz que é urgente, por isso despacha-te e vai à porta ver o que quer...
Mónica vestiu-se o mais rápido possível e foi à porta, o rapaz estava sentado de calças de ganga e uma camisola com capucho, levantou-se muito rapidamente e aproximou-se...
-Bom dia, desculpa estar a incomodar, mas hoje acordei desejoso de te ver.
-Bom dia, porque passa-se alguma coisa?
-Vem comigo....
-Para onde? Ainda não me disseste o porque de teres vindo! Passa-se alguma coisa?
- Não, não se passa, vem simplesmente comigo.
- Mas porquê eu?
-Não faças perguntas, anda, vem!
Pegou-lhe na mão e puxou-a, ela sentiu a mão dele e parece que ia explodir, tinha uma mão grande e bastante suave, tinha uma maneira de enrolar a mão nela que a fazia sentir segura.
-Vai com calma. Ai não consigo andar tão depressa...
-Desculpa
Ele largou-lhe a mão, cruzaram olhares e ficaram ali, a olhar-se a mirar-se por um mero segundo, que ambos não queriam que acabasse nunca.
-Ainda não me disseste para onde vamos.
-Para onde? Passa-se alguma coisa?
- Não, não se passa, vem simplesmente comigo.
- Mas porquê eu?
-Não faças perguntas, anda, vem!
Pegou-lhe na mão e puxou-a, ela sentiu a mão dele a deslizar e parece que ia explodir. A sua mão era grande e bastante suave, o que ainda a tornava mais proibida. O rapaz enrolava a mão nela de uma maneira que a fazia sentir segura.
-Vai com calma. Ai! Não consigo andar tão depressa...
-Desculpa
Ele largou-lhe a mão.
Cruzaram olhares e ficaram ali, a olhar-se, a mirar-se por um mero segundo, que ambos não queriam que acabasse nunca.
-Ainda não me disseste para onde vamos.
-Para o local onde te encontrei…
-Fazer?
- Espera e verás…
-Senta-te…
- Ainda não me disseste o que querias…
- Desde ontem que não sei porque não consigo desligar-me de ti e deste local, tu simplesmente ligaste-me a este parque e a este banco de jardim.
Ela não disse nada, não sabia o que dizer. Ele percebeu e também se calou, ficaram calados, alheios ao mundo que passava à sua frente, só a tentar perceber o que pensavam um do outro, o que queriam um do outro.
-Não dizes nada? Não me queres falar de nada? Não me queres falar de ti? Gostava muito de saber quem és, o que és…
- Digo, posso dizer, sou a Mónica, tenho 16 anos e tenho como padrão profissional, ser Advogada. Não te conheço e não sei qual o teu interesse em mim!
- Nem eu, simplesmente me interessei e pronto.
Penso que tu não és como as outras raparigas, tu não és uma rapariga como às outras, que na tua idade, só pensa em compras e roupa, tu pensas em mais coisas para além das compras e da roupa.
- Pois, eu penso em mais coisas, coisas que são muito complicadas.
- Que coisas complicadas?
-Coisas complicadas…
-Ok, não insisto…
- E tu? Também não sei nada de ti!
- Sou o João, tenho 17 anos. Simplesmente neste momento o meu único interesse é saber quem se esconde aí, saber tudo de ti. Simplesmente quero-te contar tudo sobre mim. Quero que saibas quem escondo dentro de mim.
O meu objectivo era mesmo falar contigo, ou isso, ou então ficar a olhar para ti como ontem, a ver-te, a deslumbrar-te…
Ficaram durante toda a manha a falar, a falar e completamente alheios a tudo, simplesmente falavam sem medo, falavam para se satisfazer, apreciavam-se para se provocar, calavam para se ouvir, divertiram-se assim um com o outro, a conhecer-se um ao outro.
...
Durante dias, encontravam-se no mesmo local, à mesma hora, sentavam-se no mesmo banco, na mesma posição.
Durante noites, sonhavam um com o outro, pensavam um no outro, desejavam-se.
Era um Sábado, bastante quente e luminoso. A rapariga foi para o mesmo sítio, à mesma hora de sempre, e simplesmente não viu o rapaz, ele não estava lá. Ela sentou-se e esperou durante a manhã toda, olhando a quem passava, fixando tudo para ver um rasto dele e, simplesmente nem um som se ouvia. Levantasse, pega na sua mala e vai para casa, a chorar...
No dia seguinte volta, e volta a sentar-se no mesmo sítio, e o rapaz não volta a aparecer. Durante um mês, todos os fim-de semana, todas as manhãs, voltava ao parque e esperava por ele e assim que chegava a casa, chorava!
Até que, num domingo, volta ao parque, esperando mais uma vez por ele, e mais uma vez o rapaz não apareceu...levantasse, completamente calada, não retirando os olhos do chão, percorreu o seu caminho quase a chorar. Chegou a casa, levantou a cabeça, cumprimentou a família, subiu as escadas, muito lentamente e no seu quarto, liga a música da aparelhagem no máximo, deitou-se na cama e chorou, chorou como nunca tinha chorado. O seu cobertor inundava água, e a sua pele ficou flácida como uma idosa, os seus olhos estavam inchados como os de um sapo horrendo, o seu cabelo parecia que não era lavado à dias e o próprio corpo parecia que já não se movia à muito. Não comeu, nem dormiu durante os dias que sucederam, não foi à escola,. Só tinha coragem de sair da cama para ir tomar banho, porque assim podia chorar e ninguém notava com a água a correr....Não aguentou aqueles dias, não conseguia aguenta-los, não tinha força para os aguentar...
Numa manhã, uma manhã tão escura, que parecia noite.
Levantasse e vê na janela uma carta...
Dizia à frente João e no seu interior vinha um papel.
Ela leu-o:
Eu sei que não tinha o direito de desaparecer da tua vida assim, deixando-te sem resposta, ou mesmo uma mera informação, mas não consegui, só venho dizer-te para não voltares mais aquele banco, nem voltares a lembrares-te do que se passou, nem mesmo do meu nome, para o teu bem, já chegou, tu e eu não podemos ser nada, eu não consigo ser nada contigo, eu não quero nada contigo, simplesmente afasta-te do teu passado, eu não quero mais saber de nós. Não mandes carta de resposta, porque eu não te vou dizer nada, nem me faças perguntas, porque eu não te vou responder, só te digo que não quero mais que as nossas vidas se liguem, por isso, sê feliz, que eu também.
Cumprimentos.
Nessa mesma manhã, Mónica levantasse, toma banho e o seu pequeno almoço, veste-se, prepara as coisas e sai de casa, com um sorriso e enfrenta a escola e o seu dia, com os problemas e tudo o que aquele dia lhe traria...
Foi assim que enfrentou os outros dias, e os seguintes a esses, sempre com um sorriso na cara, como se não se tivesse passado nada, e a sua vida não se tivesse desmoronado...
Passaram-se dias e ela conseguiu finalmente encontrar quem lhe faz feliz, sem qualquer renuncia, simplesmente amando...
Com a sua vida mudada, o rapaz apareceu de novo, sem lhe pedir autorização, para entrar na sua vida e perguntou-lhe:
- Porque te afastaste?
- Porque foi o que pediste.
- Eu sei, mas porque te afastaste?
- Porque tu não merecias que eu estivesse próxima de ti, alguém que escreve e não diz, não merece que me aproxime e volte atrás, voltava, se me justificasses, mas não fizeste...
- Mas.... Eu ...
-Adeus!
...
Durante dias, encontravam-se no mesmo local, à mesma hora, sentavam-se no mesmo banco, na mesma posição.
Durante noites, sonhavam um com o outro, pensavam um no outro, desejavam-se.
Era um Sábado, bastante quente e luminoso. A rapariga foi para o mesmo sítio, à mesma hora de sempre, e simplesmente não viu o rapaz, ele não estava lá. Ela sentou-se e esperou durante a manhã toda, olhando a quem passava, fixando tudo para ver um rasto dele e, simplesmente nem um som se ouvia. Levantasse, pega na sua mala e vai para casa, a chorar...
No dia seguinte volta, e volta a sentar-se no mesmo sítio, e o rapaz não volta a aparecer. Durante um mês, todos os fim-de semana, todas as manhãs, voltava ao parque e esperava por ele e assim que chegava a casa, chorava!
Até que, num domingo, volta ao parque, esperando mais uma vez por ele, e mais uma vez o rapaz não apareceu...levantasse, completamente calada, não retirando os olhos do chão, percorreu o seu caminho quase a chorar. Chegou a casa, levantou a cabeça, cumprimentou a família, subiu as escadas, muito lentamente e no seu quarto, liga a música da aparelhagem no máximo, deitou-se na cama e chorou, chorou como nunca tinha chorado. O seu cobertor inundava água, e a sua pele ficou flácida como uma idosa, os seus olhos estavam inchados como os de um sapo horrendo, o seu cabelo parecia que não era lavado à dias e o próprio corpo parecia que já não se movia à muito. Não comeu, nem dormiu durante os dias que sucederam, não foi à escola,. Só tinha coragem de sair da cama para ir tomar banho, porque assim podia chorar e ninguém notava com a água a correr....Não aguentou aqueles dias, não conseguia aguenta-los, não tinha força para os aguentar...
Numa manhã, uma manhã tão escura, que parecia noite.
Levantasse e vê na janela uma carta...
Dizia à frente João e no seu interior vinha um papel.
Ela leu-o:
Eu sei que não tinha o direito de desaparecer da tua vida assim, deixando-te sem resposta, ou mesmo uma mera informação, mas não consegui, só venho dizer-te para não voltares mais aquele banco, nem voltares a lembrares-te do que se passou, nem mesmo do meu nome, para o teu bem, já chegou, tu e eu não podemos ser nada, eu não consigo ser nada contigo, eu não quero nada contigo, simplesmente afasta-te do teu passado, eu não quero mais saber de nós. Não mandes carta de resposta, porque eu não te vou dizer nada, nem me faças perguntas, porque eu não te vou responder, só te digo que não quero mais que as nossas vidas se liguem, por isso, sê feliz, que eu também.
Cumprimentos.
Nessa mesma manhã, Mónica levantasse, toma banho e o seu pequeno almoço, veste-se, prepara as coisas e sai de casa, com um sorriso e enfrenta a escola e o seu dia, com os problemas e tudo o que aquele dia lhe traria...
Foi assim que enfrentou os outros dias, e os seguintes a esses, sempre com um sorriso na cara, como se não se tivesse passado nada, e a sua vida não se tivesse desmoronado...
Passaram-se dias e ela conseguiu finalmente encontrar quem lhe faz feliz, sem qualquer renuncia, simplesmente amando...
Com a sua vida mudada, o rapaz apareceu de novo, sem lhe pedir autorização, para entrar na sua vida e perguntou-lhe:
- Porque te afastaste?
- Porque foi o que pediste.
- Eu sei, mas porque te afastaste?
- Porque tu não merecias que eu estivesse próxima de ti, alguém que escreve e não diz, não merece que me aproxime e volte atrás, voltava, se me justificasses, mas não fizeste...
- Mas.... Eu ...
-Adeus!
Nunca mais se falaram e Mónica segui sua vida com Bruno, seu novo e grande amor!
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