Buscar o inevitável, é o que
tento fazer diariamente, para conseguir o que pretendo, igualmente a todos vós
e a ti, pessoalmente, já te deve ter acontecido vezes sem conta, já deves ter
lutado com o que tens, com o que não tens e com o que queres ter, tudo porque
queres o que é impossível, sim, eu também o faço e cheiro todos os dias a
desilusão da luta não conseguida, mas volto outra vez a carregar no reproduzir
e volto a ouvir vezes, sem vezes o play da mesma situação repugnante!
Lutando sem parar, de
entre os travões da guerra e do ego arrancado, fecho os olhos, inspiro e volto
a acelerar na retaguarda, porque na verdade, só espero que esteja no caminho
certo. É inacreditável, mas eu continuo a pensar, minuto após minuto, que vou
terminar aquilo que nem devia de estar a começar, mas faço exactamente o
contrário! É irónico, não é? Digam, eu quero que o arrependimento me mate, mas
o mais estranho, é que ele não mata e eu continuo vivendo, à espera que ele
mate…
Tenho a certeza que a “derrota”
é o ganho, tenho simplesmente a sensação que fazer o correcto é contra, e acabo
sempre na mais estranha dureza do errado, e pois claro que me arrependo por
simplesmente, estar a pensar que é completamente correcto, mas volto sempre a
perguntar, “qual é o correcto, se não experimentei um para saber?” e logo volto
na direcção mais uma vez, só para confirmar se está mesmo errado e volto a
saber a resposta, mas volto e volto, até não me deixarem voltar mais.

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