segunda-feira, 23 de julho de 2012

Para que o nunca nos separe!


Não vou proibir o que esta a acontecer porque será sempre tarde demais e será sempre preciso implorar para não doer!
Não me vou acusar de ter cometido um erro, porque não cometi, simplesmente não tinha capacidade psicológica e sentimental para voltar a consegui-lo, por isso ainda bem que não o fiz, por mim! Só sei que tinha que doer e mesmo o erro que cometi, só estava a proteger-me de me ter que magoar e apunhalar-me a mim mesma por o que estava a sofrer, foi a forma mais perigosa de não sofrer e só me arrependo, por ter caído nas mãos erradas para não sofrer, nem me magoar!
É casado sentimentalmente e já é tarde demais e ele não tem culpa nenhuma, porque o nosso destino é que tem culpa e se está feliz, mesmo cochichando que tem sentido a minha falta, do que se passou, estou feliz por ele, mas não me peçam para avançar, nem me peçam para estar feliz por ele se ter apaixonado de novo, porque sinceramente ainda sonhava que fosse eterno e que mesmo estes anos separados, fosse tudo para o futuro nos juntar, tal como os contos de fadas que simplesmente mostram o que não dói, mas esquece-se o lado que dói e que não vai resultar, porque é certo que não vai acontecer!
Para que o nunca nos separe!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

A liberdade da paixão!

Engracei com o rumo que a minha vida levou, emergi num tal apreço à liberdade, que acabei por usufruir de uma paixão, que tanto precisava e que só sendo assim, livre, é que me leva a aproveitar tudo de bom a que ela nos proporciona, parece que é simplesmente um prazer, mas no fundo tornasse, porque na verdade, este prazer, faz-me tão feliz, que se torna em todos os prazeres a que um ser humano está vulnerável.
Tentar lutar em certa parte por este prazer, torna-me livre de querer e livre de viver, não simplesmente, por lutar, mas sim, porque a simplicidade desta paixão, faz-te lutar pela vida e pela liberdade.  Agarro-me a esta paixão empolgante e repentina, que em certa parte me faz duvidar, se é mesmo uma paixão, ou não! Mas...
O que sei, é que continuo a lutar e a gostar de lutar e continuo a aproveitar desta liberdade estranha e bestial!