quinta-feira, 28 de junho de 2012

No meio de...


Gigante é a alma só, gigante é quando ela, só tem força para chorar! Grande é quando o pesadelo passa e continuam monstros a apoderar-se da mente para uma mera hora de diversão, não querendo saber do que vem depois, do que se pensa depois, só querendo aquele momento de desejo, que é só isso, um desejo, tão pequeno, que dura uns minutos, mas que trás mais 48 horas de revivência e revivência naquele pequeno momento. Por mais, “não quero saber, foi só o momento”, trás sempre mais pensamento e uma evolução, no que se diz de atracção física, o mais estranho, atracção física do que insiste em não sair da cabeça.
Pequeno é o que sobra daquele momento, pequeno e minúsculo o que se guarda, mas guarda-se e aí se pergunta o porquê de continuar a pensar naquilo que na teoria não teve importância nenhuma! Tenho a certeza que até mesmo um simples e insignificante beijo, fica, porque fica naquela que é a mente!
No meio do que é grande, gigante, pequeno, ou minúsculo, está sempre a vontade de continuar a viver a ilusão de que não foi nada e na verdade foi tudo, no meio, aparece o mesmo que aparecia no que é realmente importante, no meio fica sempre o valor, daquilo que se pensa e que se quer mostrar de não valor!
Vai, daqui a uns anos será insignificante, mas desculpem neste momento é tão ou mais importante que as peças principais, vou mesmo dizer, tão ou mais preocupantes, porque na verdade continuam na mente e nas recordações relevantes!
Sim, vai acabar, mas desculpem, agora não!

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