Gigante é a alma só,
gigante é quando ela, só tem força para chorar! Grande é quando o pesadelo
passa e continuam monstros a apoderar-se da mente para uma mera hora de diversão,
não querendo saber do que vem depois, do que se pensa depois, só querendo
aquele momento de desejo, que é só isso, um desejo, tão pequeno, que dura uns
minutos, mas que trás mais 48 horas de revivência e revivência naquele pequeno
momento. Por mais, “não quero saber, foi só o momento”, trás sempre mais
pensamento e uma evolução, no que se diz de atracção física, o mais estranho, atracção
física do que insiste em não sair da cabeça.
Pequeno é o que sobra
daquele momento, pequeno e minúsculo o que se guarda, mas guarda-se e aí se
pergunta o porquê de continuar a pensar naquilo que na teoria não teve
importância nenhuma! Tenho a certeza que até mesmo um simples e insignificante
beijo, fica, porque fica naquela que é a mente!
No meio do que é grande,
gigante, pequeno, ou minúsculo, está sempre a vontade de continuar a viver a
ilusão de que não foi nada e na verdade foi tudo, no meio, aparece o mesmo que
aparecia no que é realmente importante, no meio fica sempre o valor, daquilo
que se pensa e que se quer mostrar de não valor!
Vai, daqui a uns anos
será insignificante, mas desculpem neste momento é tão ou mais importante que
as peças principais, vou mesmo dizer, tão ou mais preocupantes, porque na
verdade continuam na mente e nas recordações relevantes!
Sim, vai acabar, mas
desculpem, agora não!
Sem comentários:
Enviar um comentário